Educação Positiva – o que significa disciplina positiva?

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Em outras publicações já falamos um pouco sobre a disciplina positiva e a parentalidade positiva. Sabemos que a parentalidade positiva aposta na firmeza com gentileza na educação dos filhos, sem punição, castigo ou recompensa.

Educar pode ser um grande desafio e muitas pessoas costumam agir por tentativa e erro, repetindo padrões que lhe foram passados em sua infância, ‘buscando na memória’ lembrar como aqueles que cuidaram de nós durante nossa infância reagiriam diante de determinadas situações. Na verdade, muitos pais se tornam pais sem curar a criança que foi (ou entender/perceber quais violências vivenciou) e isso pode dificultar bastante a relação com os filhos que estão sob sua responsabilidade e cuidado.

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A educação positiva é uma filosofia que tem como fundamento a criação com gentileza, sem punição, castigo ou recompensa. Se a gente aprofundar no tema, chegamos a uma reflexão sobre nossa própria criação e alguns paradigmas enraizados. Acontece que é normal repetirmos o que recebemos dos pais ou o que a sociedade prega que deve ser feito.

Os relacionamentos se moldam por automatismo, ou seja, por comportamentos inconscientes que nos foi ensinado de geração em geração. Na educação dos filhos, a abordagem da disciplina positiva defende o equilíbrio e o respeito mútuo, diferente das práticas dominantes e tradicionais.

Os principais pontos que diferem a educação tradicional de uma educação respeitosa são:

Com relação ao comportamento:

Tradicional – as crianças respondem quando recebem recompensa ou punição, conforme seu comportamento x expectativa do adulto.

Disciplina positiva – os pais procuram desenvolver cooperação através do senso de aceitação (conexão) e importância (significado) no seu contexto social.

Ferramentas:

Tradicional – Controle, recompensas e punições.

Disciplina Positiva empatia, entendimento da perspectiva da outra pessoa, colaboração na resolução do problema.

Esses foram alguns exemplos de práticas adotadas no modelo tradicional e no modelo da parentalidade consciente e parentalidade positiva.

A disciplina positiva prega que todas as ações com os filhos sejam pautadas pelo respeito mútuo. O relacionamento não pode ser como um pêndulo, quando se é apenas firme ou apenas gentil.

O equilíbrio é importante. Se você for apenas firme, só trará perspectiva de suas próprias necessidades, sendo a ordem a questão mais importante. Esse comportamento pode te levar a um lugar de controle, chamado modelo parental autoritário.

Se você for apenas gentil, você não vai passar limites seguros. Esse modelo, conhecido como parental permissivo, só há foco na criança. Ela pode fazer o que quiser e acaba se sentindo abandonado ou superestimado, uma vez que decide ou escolhe sem se sentir preparado para esta responsabilidade. Aqui, as necessidades das outras pessoas são ignoradas e a criança é sobrecarregada, pois esperam que ela tenha uma maturidade ou capacidade incoerentes com sua idade.

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Como falamos anteriormente, o equilíbrio entre as práticas é importante. Se você sente que sua relação com seu filho é ‘solta’, a relação fica sem  conexão e respeito. Se você for muito firme, passa a ignorara as necessidades de quem mais ama em prol de regras e deveres, trazendo consequências para uma vida inteira.

O caminho que buscamos compartilhar é aquele que considera que a criança sempre está passando por desafios e precisa de pais atentos e empáticos. Ela precisa do seu apoio, colo e de validação de sentimento – e trazer o respeito a você para que a situação seja resolvida com limite seguro.

Não tem uma receita para fazer isso corretamente, pois cada família é diferente uma da outra, mas existem ferramentas que ajudam a entender que tipo de relação temos construído e desenvolver um relacionamento saudável. 

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Comunicação Não Violenta – conheça os benefícios

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A comunicação não violenta (CNV) propõe uma nova forma de expressar nossos desejos e necessidades, optando por um caminho conciliador e pacífico. Essa linha de pensamento tem apoio em pesquisas e experiências do idealizador, o psicólogo Marshall Rosenberg, que vivenciou os benefícios de investir em uma comunicação mais empática (o que não significa uma comunicação amorosa, que pode manipular ao invés de observar e respeitar o outro).

A CNV vem sido colocada em prática desde a década de 1960 e o trabalho do pesquisador ganhou relevância ao tornar escolas americanas receptivas a brancos e negros, ajudando a combater o preconceito devido à cor da pele.

Bem, a comunicação não violenta é um modo de expressar que prioriza o fortalecimento de laços e a continuidade de bons relacionamentos pessoais. 

CNVInteligência emocional

Para a comunicação não violenta funcionar, é fundamental seguir os pilares da CNV. A técnica é baseada em competências de linguagem e comunicação que auxiliam na reformulação da forma como cada pessoa se expressa e ouve os demais.

A CNV mostra que as respostas a estímulos comunicacionais deixem de ser automáticas e repetitivas e passam a ser mais conscientes e baseadas em percepções do momento, por meio da observação de comportamento e fatores que têm influência sobre cada um.

Para que a comunicação violenta ocorra, é necessário se concentrar em quatro componentes:

  1. Observação.
  2. Sentimento.
  3. Necessidades.
  4. Pedido.

Quando falamos sobre fortalecimento de laços e de bons relacionamentos, também estamos nos referindo a disciplina positiva e a parentalidade positiva. Ambos os conceitos preconizam a comunicação não violenta e tem o objetivo considerar e relacionar com todos de forma respeitosa.

Em outra publicação já correlacionamos, a CNV à inteligência emocional. Mas aqui citaremos novamente. Elas se correlacionam porque não há CNV sem autoconhecimento, ou seja, sem a capacidade de administrar emoções e usá-las a nosso favor.

Existem cinco pilares da inteligência emocional:

  • Autorresponsabilidade.
  • Percepção das emoções.
  • Gerenciamento das emoções.
  • Foco.
  • Ação.

Disciplina positiva e comunicação não violenta

A comunicação não violenta também assume que todos compartilham o mesmo, necessidades humanas básicas, e que cada uma de nossas ações são uma estratégia para atender a um ou mais dessas necessidades.

É através dessa abordagem que podemos enxergar de maneira empática, as necessidades e dores das pessoas que nos relacionamos, uma vez que permitimos que o outro nos entenda e também mostre o que está acontecendo dentro dele.

Todas as nossas ações envolvem a tomada de consciência interna (do que está acontecendo dentro de você) e externa (o que está acontecendo com o outro) e depois disso, tentar resolver o que precisa ser resolvido dos nossos conflitos.

Já falamos dos passos a serem observados na CNV e isso é importante para que tenhamos conversas mais saudáveis e menos agressivas.

A auto-observação é o primeiro passo. Observe suas ações ou falas e observe também o próximo. Preste atenção como suas palavras e ações impactam no outro, gerando conflitos.

Após observar os pontos de conflito, volte para si mesmo e identifique os sentimentos que estão sendo aflorados dentro de você a partir das atitudes da outra pessoa.

Depois, identifique as necessidades geradas pelos sentimentos. Se sentiu frustrado? Qual necessidade que não foi atendida e que gerou essa frustração?

E, por fim, atenda às nossas necessidades e faça um pedido deixando claro as necessidades que desejamos que sejam atendidas.

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Educação parental: O que é a Educação Positiva?

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Escolher a melhor forma de educar os filhos exige responsabilidade e pode ser um grande desafio para a família. Alguns pais adotam posturas punitivas e outros são complacentes e permissivos com relação às vontades dos filhos. Bem, a educação positiva, também conhecida como disciplina positiva, é uma forma de educar com o objetivo e foco no afeto, compreensão, respeito e aprendizado mútuo.

A educação positiva, juntamente com o apego seguro, vem se tornando formas de educar cada vez mais usada pelos pais e/ou cuidadores. A pauta é: formação integral dos filhos. A criação com apego e a disciplina positiva entendem que castigos ou chantagens não são construtivos para o desenvolvimento da criança e influenciam negativamente por toda a vida, perpetuando-se inclusive nas próximas gerações.

Quando falamos de educação parental, nos referimos ao termo “educar-se para educar”. A melhor maneira de lidar com os filhos é trabalhando você, primeiramente.

Apego seguro e educação parental

Adotando uma abordagem mais consciente, a educação parental integra teorias e conhecimentos potentes para orientar pais, responsáveis e escolas sobre como educar as crianças dentro de uma perspectiva de respeito mútuo, autoeducação, melhoria das relações familiares e soluções de questões cotidianas com base em princípios que fazem parte de uma educação positiva e respeitosa.

Aplicar a educação positiva é importante e ela contrasta com a forma comum que as pessoas normalmente se comunicam (carregado de culpa, julgamentos e violência). Ela preconiza a comunicação não violenta, que permite construir uma visão empática com o outro e com nós mesmos. Entender as nossas necessidades e limites, e expressá-los de forma assertiva e autêntica.

Dentro da criação consciente, a comunicação não violenta é utilizada para desconstruir padrões violentos de comunicação que nos foram passados desde pequenos, os quais repetimos diariamente com nossas crianças. Além disso, ela é importante para orientar os pais a trilharem seus primeiros passos numa comunicação mais empática e amorosa com seus filhos, através da observação de nossas próprias necessidades para desenvolvermos um olhar mais claro para a necessidade do outro.

A educação positiva age na esfera sócio emocional do indivíduo e gera melhorias cognitivas, melhorando o desempenho escolar, o convívio com as pessoas e fortalece o vínculo entre os filhos e demais membros da família, mantendo-os íntegros!

Caso você se identifique com esses valores, mas não sabe por onde começar, vamos dar algumas dicas a seguir.

Disciplina positiva – Aplicação da educação positiva

Primeiramente, observe suas próprias atitudes, sobre as situações cotidianas e outras questões que nos façam sentir culpa ou incapacidade. Faça-se perguntas, conteste seus próprios nãos. Desafie sua capacidade de resolução de problemas do dia a dia, estimule-se na construção de relações de respeito, a começar por nós mesmos.

Expresse suas emoções de forma clara. Entenda o porquê daquela emoção, quais necessidades suas não tem sido atendidas e responsibilize-se por isso, tirando essa responsabilidade do outro (parceirx ou filhos).

Seja um exemplo para seus filhos. Se prometer algo, cumpra. Não minta e não faça chantagens ou subornos com eles. É dando exemplo que você poderá esperar que seu filho também aja assim, pois muito do que os filhos fazem é uma reprodução do que veem os familiares fazendo. A chantagem é uma maneira de naturalizar a corrupção.

Estabeleça regras reais, que fazem sentido não só para você, mas para a família, pois a criança pode não reconhecer o real sentido do bom comportamento e só agir de maneira positiva pelo interesse satisfazer nossas necessidades para se sentir amado e visto.

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Como fazer um desmame gentil – Criação com apego

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O desmame é uma das palavras mais comentadas atualmente entre as mães. O desmame é um processo de redução da frequência das mamadas. É importante lembrar que o aleitamento materno exclusivo é recomendado até os 6 meses de idade, sem que sejam ofertados sucos, água e chás nesse período. Apenas a partir do sexto mês é que se deve pensar na introdução alimentar e iniciar o processo de desmame gentil, desmame natural e desmame noturno.

O desmame natural pode se estender até 1 ou 2 anos de vida ou mais e, aos 2 anos de idade, a criança já deve estar recebendo outras refeições completas como almoço, jantar e lanches. Para fazer o desmame gentil é importante desenvolver outras formas de contato e conexão, de forma que a criança se sinta próxima da mãe, independente do ato de amamentar ou não.

Algumas crianças conseguem se ajustar melhor a essa nova realidade considerando que se sentem livres para explorar o mundo e que, mesmo sem amamentar sentem a presença e o carinho da mãe. Para tal, é importante que esteja atenta a distinguir em quais momentos a criança sente fome e quais os momentos de fome emocional, ou seja, que busca o seio por necessidade de contato e proteção.

Enquanto o reconhecimento das necessidades nutricionais x emocionais não estiverem claras, não pense em realizar um desmame noturno, pois só aumentará o estresse e desafios com o sono e outros aspectos da vida da criança.

 

Desmame natural e gentil – Disciplina Positiva

Muitas mães se questionam quando é a hora de desmamar seu filho. Algumas optam por desmamar só de madrugada, enquanto outras querem tirar o bebê totalmente do peito. A recomendação é que inicie durante o dia, oferecendo mais contato e conexão, de foram que o desmame verdadeiramente cumpra seu papel e que a relação entre mãe e filho seja baseada em respeito.

Primeiramente, é preciso que a mãe se informe e saiba quais os benefícios da amamentação prolongada e da livre demanda. Depois, se tiver certeza do que quer, pode realizar o processo de desmame gentil.

Para ficar claro:

É importante saber que o desmame pode ser feito de forma passiva, ou seja, a mãe permite que o amamentar seja guiado pela criança, que vai se desconectando da amamentação à medida que encontra no mundo externo o mesmo acolhimento e contato. 

A mãe acreditar que oferecer o peito só antes da criança dormir ou em determinados momentos que ela “combinar” com a criança, seja o caminho para ideal para o desmame, não é! Para o desmame a mãe precisa  aprender outras formas de atender às necessidades do filho até encerrar por completo a amamentação.

O que se não deve fazer é o desmame abrupto. Que significa retirar o peito da criança de um dia para o outro (incluindo usando o pai como ‘responsável’ pelo afastamento ao seio. Isso pode gerar uma insegurança e frustração do pequeno, além desconexão com o pai, insegurança em relação ao papel protetor da mãe…o que vai de contra a criação com apego e a disciplina positiva.

Outro ponto: pressão social. Muitas mães se sentem pressionadas quando ao desmame. Isso pode trazer malefícios para a relação entre a mãe e o pequeno. Fica mais difícil e sem sentido conduzir o desmame dessa maneira. Tanto a mãe quanto o filho não querem modificar essa relação e estão sendo conduzidos a se desconectarem, quando obrigados a fazê-los por fatores externos. Isso é sério e acontece. Se você acredita que o desmame é para atender as necessidades do marido ou da sociedade, avalie quem é a criança neste contexto, pois é quem deve ser protegido.

O que as mães podem colocar em mente é que o desmame não é 8 ou 80. Aleitamento em livre demanda ou desmame total. É uma dança com a criança, de amor, respeito e sensibilidade.

Por favor: não acredite que o desmame pode ser direcionado através de conversas com o filho. Eles entendem o que dizemos e, muitas vezes, não conseguem se expressar da mesma forma. ‘Combinados’ para deixar de mamar em um ou outro momento só atendem à mãe, não à criança. Se ela mama, é porque tem necessidades emocionais conjugadas a necessidades físicas. Nós transformamos isso, não a criança! Se deseja mesmo desmamar, mude sua entrega, aumente momentos de contato e troca emocional e perceberá que a criança evolui na relação, junto com a mãe!

Como aplicar a disciplina positiva – Educação Parental

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Escolher a melhor forma de educar os filhos exige responsabilidade e pode ser um grande desafio para a família. De um lado, uma postura mais severa e punitiva e, do outro, a mais complacente e permissiva em relação às vontades e atitudes dos filhos. Com base nessas duas “vertentes” educacionais, viemos falar mais sobre a disciplina positiva e a parentalidade positiva.

A parentalidade positiva não tende aos extremos. A disciplina positiva é uma forma de educar que busca equilíbrio, estabelecendo limites firmes e, ao mesmo tempo, incentivando a liberdade e a autonomia da criança.

A educação parental positiva é tão importante quanto a teoria do “criando com apego” e as consequências são benéficas para a formação dos filhos e vamos falar disso nessa publicação.

 

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A parentalidade positiva na educação parental é uma forma de educar em que várias pessoas já estão ficando adeptas. Isso se dá pela preocupação pela formação integral dos filhos. O objetivo da educação positiva é educar com foco no afeto, compreensão, respeito mútuo e aprendizado mútuo.

A educação positiva tem como princípio uma educação mais gentil e firme com os filhos. Ela ajuda as crianças a se comunicar além dos comportamentos desafiadores e ensina-lhes autodisciplina, responsabilidade, cooperação e habilidades de resolução de problemas, uma vez que todo o entorno age desta forma.

Ela consiste em não ser permissivo, nem rígido. Ensina a ser gentil e firme ao mesmo tempo. Acabar com a rigidez e a punição em um lar não consiste em deixar o filho fazer o que quiser, mas sim em fortalecer a responsabilidade pessoal, que tem reflexos na responsabilidade social. De acordo com a disciplina positiva, quando as crianças se sentem vistas, respeitadas, elas se sentem mais fortalecidas: os laços com os pais, crescem e seu comportamento perante o mundo, é responsável e ético.

Existem quatro critérios para uma disciplina positiva efetiva:

  1. Seja respeitoso com seu filhos: trate-o como trataria seu melhor amigo.
  2. Ajude as crianças a desenvolverem um senso de aceitação e de importância, se sentindo aceito e importante.
  3. Entenda que a relação baseada no respeito é efetiva a longo prazo, ao contrário da punição, por exemplo, que funciona a curto prazo.
  4. Ensine habilidades de vida valiosas na formação de um bom caráter, como respeito, preocupação com os outros, resolução de problemas, responsabilidade, contribuição e cooperação.

Não podemos esquecer que crianças são crianças. Portanto, pensam como crianças e seus cérebros estão em desenvolvimento. Precisam muito do apoio dos adultos no ajustamento do seu comportamento e regulação das emoções, e não serem criticadas. Serem vistas como crianças que são. Tudo isso, emparelhado com a criação com apego, ajuda a criança a ter independência e tomar suas próprias decisões. No início da vida, isso pode ajudar muito no sono infantil e no comportamento perante a introdução alimentar, alimentação, desfralde, etc.

 

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Um dos pontos principais para trabalhar com a disciplina positiva no dia a dia é saber como aplicá-la assertivamente, desde os primeiros anos de vida. 

A ideia central é conectar a criança com sua família, comunidade e escola, pois ao fazer isso a tendência é que a criança apresente menos comportamentos inadequados. Os pais devem substituir os métodos punitivos, como broncas, gritos e castigos, e os de oferta de recompensas, em que o filho é recompensado com algo para que faça o que lhe foi solicitado por um olhar atento ao que comunicam através de seu comportamento, entendendo a melhor maneira de responder as necessidades dos nosso filhos com assertividade.

Ao contrário do que muitos pais pensam, o punir ou ofertar recompensar não cria adultos bem-sucedidos. Punir gera rancor e a recompensa pode gerar um ciclo vicioso, no qual a criança não se comporta ou não percebe seu valor, porque compreende e aprende que ao se comportar vai ganhar algo em troca.