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Como ajudar uma criança no desfralde gentil?

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O desfralde infantil é um processo que deve acontecer naturalmente. Iniciar o desfralde requer respeito e gentileza com a criança, pois a criança é o protagonista e o papel dos pais é apenas de supervisionar e apoiá-los. O desfralde acontece quando  a criança começa a demonstrar sinais de que não precisa mais das fraldas.

O desfralde é um processo que não é aprendido, ele acontece de forma natural e entra na lista dos grandes desenvolvimentos da criança, como andar, falar e escolher os alimentos que vai comer em suas refeições. 

Desfralde natural – como tirar a fralda

Como falamos, o desfralde infantil está na lista dos grandes desenvolvimentos das crianças e assim como todos os processos, depende de fatores emocionais, cognitivos e motores para se concretizar. Por isso, conduzir o desfralde forçando a criança a desfraldar, ou ensiná-la forçadamente por métodos duvidosos, como urinar em si mesma, pode provocar mais trauma do que autonomia.

De modo geral, o que se entende superficialmente sobre o desfralde infantil é que a partir dos dois anos as crianças controlam seus esfíncteres. Mas esse controle é relativo, já que ele pode acontecer em épocas distintas para cada criança. A realidade é que os pais precisam estar com a percepção aberta para notar os sinais, com paciência e disposição para entender que como em todo processo de desenvolvimento, há avanços e retrocessos até a criança se desenvolver.

O processo de desfralde se inicia pela criança. Ela se sente incomodada com a fralda molhada e acaba pedindo para fazer no vaso. E ela não faz isso para agradar os pais, mas porque não se sentem confortáveis com o uso das fraldas. É super importante entender que a criança estará passando por uma fase leve e consciente de si e de suas capacidades e necessidades.

A educação positiva tem o objetivo de educar com foco no afeto, compreensão e no respeito com as necessidades da criança. E no momento que a criança se mostra preparada para o desfralde, cabe aos pais compreenderem a situação e apoiá-la no dia a dia. 

É importante que os pais fiquem atentos aos comportamentos da criança durante o desfralde. Estamos falando de fases da criança durante o processo de desfralde. Primeiramente, a criança faz xixi e cocô e só avisa depois. Em seguida, a criança avisa na hora que está fazendo. Por fim, ela avisa que está com vontade de ir ao banheiro. É nessa fase, quando a criança mostra a necessidade antes de fazer, que o desfralde está bem encaminhado.

Além disso, temos outros sinais, como:

  1. A criança fica agachada ou sentada em uma posição durante até 2 minutos.
  2. Abaixa e levanta a calcinha ou cueca e a calça.
  3. Fica incomodada quando a fralda está suja e/ou cheia.

Desfralde Infantil

Após demonstrar os sinais que já falamos acima, a criança entra em uma fase que começa a aprender ir ao banheiro sozinha, sentar no vaso sanitário e ficar seca por várias horas, retirar a fralda sozinha e saber comunicar o desejo de fazer xixi ou evacuar.

É aí que nos tocamos que acreditava-se que existia uma metodologia de como tirar a fralda, mas, na verdade, o grande passo é esperar o tempo da criança e seu amadurecimento. Dicas e estratégias para facilitar o processo ou acelerá-lo, só impactam no desfralde noturno, que promovem enurese por anos e ainda o desconhecimento do próprio corpo e das sensações de exceção, que são imprescindíveis para uma sexualidade equilibrada no futuro, com o conhecimento do próprio corpo, seus limites e prazeres.

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Educação Positiva – o que significa disciplina positiva?

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Em outras publicações já falamos um pouco sobre a disciplina positiva e a parentalidade positiva. Sabemos que a parentalidade positiva aposta na firmeza com gentileza na educação dos filhos, sem punição, castigo ou recompensa.

Educar pode ser um grande desafio e muitas pessoas costumam agir por tentativa e erro, repetindo padrões que lhe foram passados em sua infância, ‘buscando na memória’ lembrar como aqueles que cuidaram de nós durante nossa infância reagiriam diante de determinadas situações. Na verdade, muitos pais se tornam pais sem curar a criança que foi (ou entender/perceber quais violências vivenciou) e isso pode dificultar bastante a relação com os filhos que estão sob sua responsabilidade e cuidado.

Disciplina Positiva Parentalidade Consciente

A educação positiva é uma filosofia que tem como fundamento a criação com gentileza, sem punição, castigo ou recompensa. Se a gente aprofundar no tema, chegamos a uma reflexão sobre nossa própria criação e alguns paradigmas enraizados. Acontece que é normal repetirmos o que recebemos dos pais ou o que a sociedade prega que deve ser feito.

Os relacionamentos se moldam por automatismo, ou seja, por comportamentos inconscientes que nos foi ensinado de geração em geração. Na educação dos filhos, a abordagem da disciplina positiva defende o equilíbrio e o respeito mútuo, diferente das práticas dominantes e tradicionais.

Os principais pontos que diferem a educação tradicional de uma educação respeitosa são:

Com relação ao comportamento:

Tradicional – as crianças respondem quando recebem recompensa ou punição, conforme seu comportamento x expectativa do adulto.

Disciplina positiva – os pais procuram desenvolver cooperação através do senso de aceitação (conexão) e importância (significado) no seu contexto social.

Ferramentas:

Tradicional – Controle, recompensas e punições.

Disciplina Positiva empatia, entendimento da perspectiva da outra pessoa, colaboração na resolução do problema.

Esses foram alguns exemplos de práticas adotadas no modelo tradicional e no modelo da parentalidade consciente e parentalidade positiva.

A disciplina positiva prega que todas as ações com os filhos sejam pautadas pelo respeito mútuo. O relacionamento não pode ser como um pêndulo, quando se é apenas firme ou apenas gentil.

O equilíbrio é importante. Se você for apenas firme, só trará perspectiva de suas próprias necessidades, sendo a ordem a questão mais importante. Esse comportamento pode te levar a um lugar de controle, chamado modelo parental autoritário.

Se você for apenas gentil, você não vai passar limites seguros. Esse modelo, conhecido como parental permissivo, só há foco na criança. Ela pode fazer o que quiser e acaba se sentindo abandonado ou superestimado, uma vez que decide ou escolhe sem se sentir preparado para esta responsabilidade. Aqui, as necessidades das outras pessoas são ignoradas e a criança é sobrecarregada, pois esperam que ela tenha uma maturidade ou capacidade incoerentes com sua idade.

Parentalidade conscienteEducadora parental

Como falamos anteriormente, o equilíbrio entre as práticas é importante. Se você sente que sua relação com seu filho é ‘solta’, a relação fica sem  conexão e respeito. Se você for muito firme, passa a ignorara as necessidades de quem mais ama em prol de regras e deveres, trazendo consequências para uma vida inteira.

O caminho que buscamos compartilhar é aquele que considera que a criança sempre está passando por desafios e precisa de pais atentos e empáticos. Ela precisa do seu apoio, colo e de validação de sentimento – e trazer o respeito a você para que a situação seja resolvida com limite seguro.

Não tem uma receita para fazer isso corretamente, pois cada família é diferente uma da outra, mas existem ferramentas que ajudam a entender que tipo de relação temos construído e desenvolver um relacionamento saudável. 

Quer entender mais sobre educadora parental, educação positiva, disciplina positiva, parentalidade positiva e parentalidade consciente? Entre em nosso blog.

 

Criação com apego – entenda a teoria do apego

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Você já deve ter escutado a expressão “criação com apego” ou “criando com apego” e “teoria do apego”. Isso se trata de algumas técnicas que valorizam a criação de vínculos fortes entre pais e filhos.

Alguns defensores da criação com apego reforçam três pilares principais: amamentação, bebê bem grudado em você e cama compartilhada entre pais e filhos. A ideia principal é que os pais mantenham esses hábitos até que as crianças cresçam e elas mesmas decidam que não querem mais.

Mas na verdade, a criação com apego é uma filosofia e ciência bem mais ampla. Ela não se resume apenas nesses três pilares. Criando com apego não significa que você tem que amamentar por muitos anos, ou dividir a cama com a criança já crescida.

A ideia desse tipo de criação é garantir a segurança emocional da criança e, para isso, a teoria do apego defende que a criança deve ter suas necessidades básicas atendidas prontamente, com empatia, respeito, dedicação e paciência. Inclusive baseia estas afirmações com inúmeros estudos neurocientíficos, que comprovam o desenvolvimento harmônico e organizado de um cérebro que vivencia relações de respeito e amorosidade.

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A criação com apego tem o objetivo de garantir a segurança física, psíquica e emocional da criança, como falamos anteriormente. Além disso, garantir suas necessidades básicas, que se resumem em: proximidade, proteção, previsibilidade e diversão.

A teoria do apego foi idealizada nos anos de 1950 e destaca que os bebês têm uma forte necessidade de segurança no começo da vida (necessidade esta que, não correspondida, transforma todo o curso de sua vida psíquica e emocional) e que isso significa estar perto de quem cuida deles.

A proximidade com os pais ou cuidadores, é o ponto de partida para que a criança desenvolva uma ligação segura com adultos, de acordo com o movimento de “criação com apego”. Essa proximidade física é especialmente importante nos primeiros anos de vida. Manter o bebê perto faz com que a pessoa que cuida dele, geralmente a mãe, seja capaz de responder prontamente às suas necessidades.

Esse tipo de atitude pode facilitar INCLUSIVE o sono infantil , e isso é explicado porque, ao responder atentamente às demandas do filho, a mãe o prepara para desenvolver o controle das próprias ações. Ao desenvolver esse controle e a segurança, o bebê se sente mais seguro para dormir e amamentar, por exemplo.

Quando a criança nasce pode ser difícil saber do que ele está precisando em determinados momentos. Mas existem algumas maneiras de atender às necessidades dele se você quiser seguir com a criação com apego:

  • É essencial amamentar por livre demanda, ou seja, dar de mamar sempre que o bebê quiser. Além de se sentir alimentado, o bebê se sente aconchegado pelo cheiro e calor da pele materna. Entender que vai além do alimento!
  • Se o bebê toma leite na mamadeira, a mãe pode segurá-lo próximo, olhar nos olhos dele e prestar atenção aos sinais de que mamou o suficiente, evitando que outros cuidadores o alimentem. Ter um cuidador principal, como ocorre no seio, faz-se imprescindível.
  • Colocar o bebê em um carregador do tipo mochila ou sling, considerando que precisam de contato não só quando choram.
  • Dormir no mesmo quarto que o bebê (ou na mesma cama), para atendê-lo rapidamente à noite.
  • Conversar com o bebê e interagir quando ele estiver desperto.
  • Tratar o choro da criança – e as birras, conforme vai crescendo – como a maneira que ela tem para se comunicar. Quando o bebê está chorando, significa que ele está pedindo ajuda ou orientação e conforto quando tem um acesso de raiva.

Sono InfantilEducação Positiva e Apego Seguro

Através dessas experiências, a criança se sentirá mais confortável para dormir (ponto positivo para o sono infantil) e, levando a criação da criança dessa maneira você poderá, logo, utilizar da educação positiva.

A educação positiva é um tipo de educação baseada na positividade. Sem punições e sem recompensas. É uma forma de educar a criança preocupando com sua formação integral. Com foco em afeto, compreensão, respeito mútuo e aprendizado mútuo.Quer saber mais sobre a educação positiva, sono infantil, apego seguro e a teoria do apego? Acesse nosso blog.

Educação parental: O que é a parentalidade positiva?

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A educação positiva é uma filosofia que preconiza o uso da não-violência na comunicação entre pais e filhos. Ela é baseada em respeito mútuo e ensina que os seus pequenos, antes de serem seus filhos, são seres humanos. O objetivo da educação positiva e da parentalidade positiva é criar seres adultos íntegros, independentes e felizes.

Em outra postagem falamos sobre a parentalidade positiva e seus benefícios, assim como a educação parental e a educação positiva.

Nessa postagem vamos aprofundar um pouco mais sobre a parentalidade positiva, apego seguro e a criação com apego. Vamos lá?

Parentalidade positiva e o apego seguro

O apego seguro tem como objetivo desenvolver crianças felizes e contribuir para que elas saibam lidar com situações adversas da vida de forma independente. O apego seguro também preconiza um olhar respeitoso, empático, carinhoso e gentil com os filhos, a fim de transmitir segurança e atender às necessidades dos pequenos.

Educar os filhos não é uma tarefa fácil, intuitiva. Temos esta expectativa, mas a realidade é muito diferente. Com todo amor por eles, nos vemos muitas vezes perdidos, desrespeitosos, irritados, lutando por poder. A criação com apego é um meio de educá-los de forma amorosa, com um olhar amplo para o adulto que essa criança se tornará, partindo de uma relação que preza a responsabilidade pessoal para que tenham, verdadeiramente, responsabilidade social. Sabemos que alguns adultos possuem certos receios em relação a criação com apego e, sobre isso, podemos observar nessa publicação.

Mas o que, realmente, pode ser passado através da criação com apego e  parentalidade positiva? Bem, de acordo com a literatura sobre criação com apego e parentalidade positiva, podemos destacar alguns pontos:

  • Orientar ao invés de brigar
  • Liderar ao invés de mandar
  • Ensinar ao invés de corrigir
  • Cuidar ao invés de exercer ‘funções’
  • Emponderar ao invés de elogiar
  • Nutrir ao invés de alimentar
  • Sensibilidade e reconhecimento das necessidades das crianças.
  • Ser consciente e não ‘consistente’.
  • Comunicação não violenta (educação positiva).
  • Promover segurança Emocional
  • Conhecer e respeitar os estágios de desenvolvimento da criança
  • Estabelecer limites, a começar reconhecendo os seus
  • Empatia com os sentimentos das crianças.

Esses são alguns pontos que podem te ajudar a fortalecer os laços emocionais com o(s) seu(s) filho(s). É a partir daí que a criança começa a vivenciar uma relação onde os adultos gerenciam seus próprios sentimentos e comportamentos. É a partir disso que a criança desenvolve a autoconfiança e a autoestima e a capacidade de também gerenciar seus sentimentos.

Esse é o apego seguro, compreende? Crianças que crescem num ambiente emocionalmente seguro, o que os fortalece para vivenciarem os desafios da vida de forma madura e respeitosa, ou seja, as crianças ‘seguramente apegadas’ têm mais chances de lidar com desafios da via e do dia a dia.

Educação positiva e apego seguro

Sabemos que atualmente, na maneira em como vivemos e na maneira que o mundo é, algumas coisas podem influenciar na sua capacidade de ser sensível e receptivo(a) ao nosso filho(a). Estamos falando de prioridades concorrentes: excesso de trabalho, tarefas do lar, desafios familiares e, principalmente, alto uso de dispositivos móveis. Tudo isso pode acabar “tirando a concentração” e atrapalhando nosso vínculo afetivo com o nosso(s) filhos(as).

Por exemplo, alguns especialistas estão preocupados com os efeitos que os ‘pais distraídos’ podem ter no vínculo emocional e no desenvolvimento da linguagem, interação social e segurança das crianças.

À medida que as crianças crescem, é importante lembrar que dar a elas o que elas precisam não significar dar a elas tudo o que querem. Elas precisam aprender a gerenciar emoções, a se comportarem em determinadas situações, pensar em uma nova tarefa ou se relacionar com amigos.

Tudo isso pode ser passado pelos pais e a educação positiva e o apego seguro tem meios que podem facilitar essa atenção básica aos pequenos.

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Educação Positiva – quais as vantagens da Disciplina Positiva

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Educar os filhos é uma grande responsabilidade e, às vezes, pode ser um grande desafio para os pais. Existem várias abordagens existentes de educação. Da educação severa a educação permissiva. A educação positiva e a disciplina positiva estão em destaque e seus benefícios são comprovados cientificamente.

A educação positiva aposta na firmeza, com gentileza, nas relações com os filhos. Não usar de punições ou recompensas como a melhor forma de educação dos filhos nos dias atuais. A educação positiva, a parentalidade positiva e a disciplina positiva não é um estilo de vida, tão pouco, uma moda. É uma filosofia que promove a relação entre mais e filhos com base no respeito mútuo.

Criando com apego Parentalidade positiva

O objetivo do apego seguro e da parentalidade positiva é criar adultos íntegros, saudáveis, independentes, responsáveis e felizes. A parentalidade positiva ajuda uma criança a perceber os limites que existem na sua vida.

O objetivo é fazer com que a criança perceba esses limites e operem a sua vida sem precisar do pai e da mãe do lado. Uma criança educada através da parentalidade positiva e do apego seguro se torna um adulto organizado emocionalmente, que tem autoestima e, consequentemente, é capaz de entender as necessidades do outro, ou seja, é empático.

A parentalidade positiva está ligada diretamente com o criando com apego (ou a criação com apego)

A educação tradicional não está ligada ao apego seguro. Nela, os pais são uma figura principal do processo de ensino-aprendizado e, são eles quem detém o poder e o conhecimento e estão ali para transferir para os filhos. Neste modelo o foco é a obediência, a disciplina.

Diferentemente da educação tradicional, na disciplina positiva, os pais são apenas mediadores que levarão a criança a construir seu próprio conhecimento em relação a si mesma e ao mundo. O foco são as necessidades da criança e a comunicação é feita de maneira diferente, desenvolvendo habilidades de vida nos filhos, através de atos assertivos e respeitosos (afinal, o maior exemplo são nossas atitudes). 

A comunicação sem culpa, sem julgamentos e de maneira gentil, o olhar respeitoso para as necessidades das crianças e o entendimento de que estão NO MOMENTO CERTO para serem vulneráveis e dependentes! Sem esse entendimento, ignoramos as necessidades hoje, o que os torna adultos dependentes e desorganizados emocionalmente, por nunca terem tido espaço e tempo para seu autodesenvolvimento. É isso que vai ‘transformar’ seus filhos em pessoas seguras e positivas: entender que são crianças e devem ser respeitadas como são.

Parentalidade positiva e disciplina positiva

Como falamos, a parentalidade positiva é a ação de tomar conta em que os pais assumam responsabilidades e que transformem seus próprios comportamentos para melhorar o relacionamento com seus filhos  e estimular a criança, respeitando sua integridade.

O apoio dos pais para com seus filhos são fatores importantes a serem considerados e as necessidades das crianças em uma das suas fases de desenvolvimento, principalmente até os 7 anos de idade, é de profunda dependência com relação aos seus cuidadores.

Tudo isso contribui para a construção de uma personalidade positiva e para o desenvolvimento do seu potencial, segurança e bem-estar.

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