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Quais os princípios da criação com apego?

A criação com apego, a disciplina positiva e a parentalidade consciente surgiram através de estudos desenvolvidos com relação ao vínculo dos recém-nascidos com as suas mães e cuidadores. É um modelo que explica como a relação pais-filho surge e influência no desenvolvimento da criança.

A criação com apego começa antes da criança nascer e se estende para os laços entre adultos. É uma expressão que você provavelmente já escutou e envolve a atenção constante ao recém-nascido, a amamentação em livre demanda (oferecendo o alimento no ritmo da criança), e o contato constante com o bebê, que auxilia, DIRETAMENTE, o sono do bebê. 

Bebê que não dorme

O sono é um aspecto importante na vida das crianças e é responsável pelo crescimento, desenvolvimento e a manutenção da saúde. É um hábito associado à prevenção de doenças e ajuda na melhoria do aprendizado, no humor e no bem-estar mental.

Garantir o sono adequado para o bebê é importante e não é uma tarefa fácil. Quando falamos do sono das crianças com a abordagem da criação com apego, permitimos ampliar o nosso olhar para o comportamento do sono das crianças, entendendo a possibilidade de transformarmos o momento do sono em um momento de conexão.

O sono é uma necessidade fisiológica imprescindível, como mencionamos, e o primeiro passo para que você consiga fazer com que seu filho durma é não colocar as suas necessidades antes das necessidades do bebê. Você não deve aceitar uma vida de privação de sono, mas você deve se preparar, se organizar e se fortalecer para que consiga lidar bem com o sono do pequeno.

Avaliar o quanto as outras áreas da sua vida impactam diretamente na relação com o seu bebê, que deve sempre ser prioridade. Numa sociedade autoritária e imediatista, estar com o bebê muitas vezes é colocado em segundo plano, pois o mundo nos chama de forma agressiva. Entender a nossa importância como mães, como cuidadoras principais de uma vida tão vulnerável e tão dependente de nós pode nos fortalecer a dizer ‘nãos’ para o mundo, não para o nosso bebê.

Nós viemos ao mundo para formar laços com os demais e, além disso, ser prazeroso, é benéfico para a saúde mental. Os relacionamentos são uma forma de garantirmos a nossa sobrevivência.

Sabemos, então, que um bebê é incapaz de cuidar de si mesmo. Ele depende dos pais para conseguir alimento, saciar-se da necessidade de contato, carinho, dormir e aprender sobre o mundo. Este é o principal campo de estudo da criação com apego.

Educadora parental – criação com apego

O apego significa um vínculo afetivo entre um indivíduo e uma figura de apego. Os laços entre essas pessoas podem ser recíprocos entre dois adultos, porém, entre uma criança e um cuidador, são baseados nas necessidades de segurança, proteção e necessidades fisiológicas, e os adultos são os provedores de amor nesta relação.

Criar com apego é uma proposta em que as crianças se ‘apegam’ saudavelmente a quem cuide delas, com a finalidade de sobreviver, garantindo o desenvolvimento físico, social e emocional. Em outras palavras, o apego seguro vem de uma relação de confiança com o cuidador principal.

A educação positiva também é citada nesse campo por ser uma filosofia que preconiza o uso da não-violência na comunicação entre pais e filhos. Ela é baseada em respeito mútuo e também visa o desenvolvimento físico, social e emocional da criança.

O objetivo é desenvolver crianças felizes e contribuir para que elas saibam lidar com situações adversas da vida de forma independente. Além de criar seres adultos íntegros, independentes e felizes.

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Criação com Apego e a Teoria do Apego

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A criação com apego surgiu a partir de um estudo de vínculo desenvolvido por recém-nascidos com suas mães e cuidadores. A criação com apego valoriza a criação de vínculos fortes entre pais e filhos e existem dois pilares principais: contato olho a olho e troca emocional, que são facilitados  através da amamentação, com o bebê bem grudado em você e através da cama compartilhada (contato com a mãe durante o sono).

A criação com apego e a educação positiva ajuda os pais a despertarem uma visão e um comportamento empático com os filhos. O objetivo é identificar a necessidade dos pequenos e tentar se comunicar por trás desse comportamento.

O apego seguro é muito importante para a qualidade da relação afetiva entre pais e filhos. Além de fortalecer a relação, protege a saúde mental dos pequenos. A teoria do apego é voltada para os pequenos e nas suas necessidades vitais. Uma vez que sabemos identificar suas necessidades, evitamos que entrem em estado de alerta, permitindo que sejam cada vez mais espontâneos e emocionalmente saudáveis, o que impacta positivamente nos comportamentos, alimentação e sono (que comumente são os principais desafios das famílias).

 

Teoria do apego – Criação com apego

O objetivo da criação com apego é garantir a segurança física, psíquica e emocional da criança. Além disso, quando estamos criando com apego, garantimos as necessidades básicas da criança e isso se dá pela proximidade, proteção, previsibilidade e diversão.

Idealizada nos anos de 1950, a criação com apego destaca a necessidade de segurança no começo da vida, e isso significa as crianças estarem perto dos pais/cuidadores. A proximidade com os pais ou cuidadores é o ponto de partida para que a criança desenvolva uma ligação segura com adultos. 

Essa proximidade é especialmente importante nos primeiros anos de vida. Sabemos que um bebê é incapaz de cuidar de si mesmo. Ele depende dos pais para conseguir alimento, saciar-se da necessidade de contato, carinho, dormir e aprender sobre o mundo e suas relações. Essa relação entre pais e filhos é o principal campo de estudo da teoria do apego. Entendermos que o mundo da criança se resume aos pais (principalmente à figura maternal) e que tudo o que vivenciarem neste contexto, reflete em sua maneira como se relaciona com o mundo.

A proximidade física é o ponto de partida para que a criança se desenvolva, mas é mantido e garantido com a proximidade emocional: tempo de qualidade, troca, assistência empática, respeito às necessidades do bebê, entendendo e respondendo prontamente à sua dependência física e emocional. Esse tipo de atitude pode facilitar, inclusive, o sono infantil, e isso é explicado por que, ao responder atentamente às demandas do filho, a mãe o prepara para desenvolver o controle das próprias ações.

 

Sono infantil Criando com apego

Sabe-se que os padrões de sono dos bebês são diferentes dos padrões dos adultos. Cuidar de um bebê demanda tempo, paciência e esses cuidados podem influenciar diretamente no sono do bebê.

A criação com apego possui princípios que não se trata de regras, mas orientações. E essas orientações podem influenciar diretamente no sono infantil. Uma das garantias da relação de apego seguro é a segurança, física e emocional. Nos primeiros meses, valoriza-se a amamentação ( se a mãe não puder amamentar, que seja a única a alimentar, mantendo assim essa relação próxima e importante), aconselha-se  que o bebê durma próximo à mãe, que não tenha muitos cuidadores (que a mãe busque apoio a todas as outras demandas, de maneira que tenha disponibilidade física e emocional ao bebê. Isso vai garantir um sono mais tranquilo e seguro para o bebê e para a mãe! É um método praticado em várias culturas e é vista como um benefício para a família.

Outro ponto que pode influenciar no sono do bebê é a prática da educação positiva que prega o tratamento do bebê do mesmo jeito que você gostaria de ser tratado. A empatia é a palavra-chave nesse princípio.

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Educação parental: O que é a Educação Positiva?

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Escolher a melhor forma de educar os filhos exige responsabilidade e pode ser um grande desafio para a família. Alguns pais adotam posturas punitivas e outros são complacentes e permissivos com relação às vontades dos filhos. Bem, a educação positiva, também conhecida como disciplina positiva, é uma forma de educar com o objetivo e foco no afeto, compreensão, respeito e aprendizado mútuo.

A educação positiva, juntamente com o apego seguro, vem se tornando formas de educar cada vez mais usada pelos pais e/ou cuidadores. A pauta é: formação integral dos filhos. A criação com apego e a disciplina positiva entendem que castigos ou chantagens não são construtivos para o desenvolvimento da criança e influenciam negativamente por toda a vida, perpetuando-se inclusive nas próximas gerações.

Quando falamos de educação parental, nos referimos ao termo “educar-se para educar”. A melhor maneira de lidar com os filhos é trabalhando você, primeiramente.

Apego seguro e educação parental

Adotando uma abordagem mais consciente, a educação parental integra teorias e conhecimentos potentes para orientar pais, responsáveis e escolas sobre como educar as crianças dentro de uma perspectiva de respeito mútuo, autoeducação, melhoria das relações familiares e soluções de questões cotidianas com base em princípios que fazem parte de uma educação positiva e respeitosa.

Aplicar a educação positiva é importante e ela contrasta com a forma comum que as pessoas normalmente se comunicam (carregado de culpa, julgamentos e violência). Ela preconiza a comunicação não violenta, que permite construir uma visão empática com o outro e com nós mesmos. Entender as nossas necessidades e limites, e expressá-los de forma assertiva e autêntica.

Dentro da criação consciente, a comunicação não violenta é utilizada para desconstruir padrões violentos de comunicação que nos foram passados desde pequenos, os quais repetimos diariamente com nossas crianças. Além disso, ela é importante para orientar os pais a trilharem seus primeiros passos numa comunicação mais empática e amorosa com seus filhos, através da observação de nossas próprias necessidades para desenvolvermos um olhar mais claro para a necessidade do outro.

A educação positiva age na esfera sócio emocional do indivíduo e gera melhorias cognitivas, melhorando o desempenho escolar, o convívio com as pessoas e fortalece o vínculo entre os filhos e demais membros da família, mantendo-os íntegros!

Caso você se identifique com esses valores, mas não sabe por onde começar, vamos dar algumas dicas a seguir.

Disciplina positiva – Aplicação da educação positiva

Primeiramente, observe suas próprias atitudes, sobre as situações cotidianas e outras questões que nos façam sentir culpa ou incapacidade. Faça-se perguntas, conteste seus próprios nãos. Desafie sua capacidade de resolução de problemas do dia a dia, estimule-se na construção de relações de respeito, a começar por nós mesmos.

Expresse suas emoções de forma clara. Entenda o porquê daquela emoção, quais necessidades suas não tem sido atendidas e responsibilize-se por isso, tirando essa responsabilidade do outro (parceirx ou filhos).

Seja um exemplo para seus filhos. Se prometer algo, cumpra. Não minta e não faça chantagens ou subornos com eles. É dando exemplo que você poderá esperar que seu filho também aja assim, pois muito do que os filhos fazem é uma reprodução do que veem os familiares fazendo. A chantagem é uma maneira de naturalizar a corrupção.

Estabeleça regras reais, que fazem sentido não só para você, mas para a família, pois a criança pode não reconhecer o real sentido do bom comportamento e só agir de maneira positiva pelo interesse satisfazer nossas necessidades para se sentir amado e visto.

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Como fazer um desmame gentil – Criação com apego

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O desmame é uma das palavras mais comentadas atualmente entre as mães. O desmame é um processo de redução da frequência das mamadas. É importante lembrar que o aleitamento materno exclusivo é recomendado até os 6 meses de idade, sem que sejam ofertados sucos, água e chás nesse período. Apenas a partir do sexto mês é que se deve pensar na introdução alimentar e iniciar o processo de desmame gentil, desmame natural e desmame noturno.

O desmame natural pode se estender até 1 ou 2 anos de vida ou mais e, aos 2 anos de idade, a criança já deve estar recebendo outras refeições completas como almoço, jantar e lanches. Para fazer o desmame gentil é importante desenvolver outras formas de contato e conexão, de forma que a criança se sinta próxima da mãe, independente do ato de amamentar ou não.

Algumas crianças conseguem se ajustar melhor a essa nova realidade considerando que se sentem livres para explorar o mundo e que, mesmo sem amamentar sentem a presença e o carinho da mãe. Para tal, é importante que esteja atenta a distinguir em quais momentos a criança sente fome e quais os momentos de fome emocional, ou seja, que busca o seio por necessidade de contato e proteção.

Enquanto o reconhecimento das necessidades nutricionais x emocionais não estiverem claras, não pense em realizar um desmame noturno, pois só aumentará o estresse e desafios com o sono e outros aspectos da vida da criança.

 

Desmame gentil e natural – Disciplina Positiva

Muitas mães se questionam quando é a hora de desmamar seu filho. Algumas optam por desmamar só de madrugada, enquanto outras querem tirar o bebê totalmente do peito. A recomendação é que inicie durante o dia, oferecendo mais contato e conexão, de foram que o desmame verdadeiramente cumpra seu papel e que a relação entre mãe e filho seja baseada em respeito.

Primeiramente, é preciso que a mãe se informe e saiba quais os benefícios da amamentação prolongada e da livre demanda. Depois, se tiver certeza do que quer, pode realizar o processo de desmame gentil.

Para ficar claro:

É importante saber que o desmame pode ser feito de forma passiva, ou seja, a mãe permite que o amamentar seja guiado pela criança, que vai se desconectando da amamentação à medida que encontra no mundo externo o mesmo acolhimento e contato. 

A mãe acreditar que oferecer o peito só antes da criança dormir ou em determinados momentos que ela “combinar” com a criança, seja o caminho para ideal para o desmame, não é! Para o desmame a mãe precisa  aprender outras formas de atender às necessidades do filho até encerrar por completo a amamentação.

O que se não deve fazer é o desmame abrupto. Que significa retirar o peito da criança de um dia para o outro (incluindo usando o pai como ‘responsável’ pelo afastamento ao seio. Isso pode gerar uma insegurança e frustração do pequeno, além desconexão com o pai, insegurança em relação ao papel protetor da mãe…o que vai de contra a criação com apego e a disciplina positiva.

Outro ponto: pressão social. Muitas mães se sentem pressionadas quando ao desmame. Isso pode trazer malefícios para a relação entre a mãe e o pequeno. Fica mais difícil e sem sentido conduzir o desmame dessa maneira. Tanto a mãe quanto o filho não querem modificar essa relação e estão sendo conduzidos a se desconectarem, quando obrigados a fazê-los por fatores externos. Isso é sério e acontece. Se você acredita que o desmame é para atender as necessidades do marido ou da sociedade, avalie quem é a criança neste contexto, pois é quem deve ser protegido.

O que as mães podem colocar em mente é que o desmame não é 8 ou 80. Aleitamento em livre demanda ou desmame total. É uma dança com a criança, de amor, respeito e sensibilidade.

Por favor: não acredite que o desmame pode ser direcionado através de conversas com o filho. Eles entendem o que dizemos e, muitas vezes, não conseguem se expressar da mesma forma. ‘Combinados’ para deixar de mamar em um ou outro momento só atendem à mãe, não à criança. Se ela mama, é porque tem necessidades emocionais conjugadas a necessidades físicas. Nós transformamos isso, não a criança! Se deseja mesmo desmamar, mude sua entrega, aumente momentos de contato e troca emocional e perceberá que a criança evolui na relação, junto com a mãe!

Criação com apego – entenda a teoria do apego

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Você já deve ter escutado a expressão “criação com apego” ou “criando com apego” e “teoria do apego”. Isso se trata de algumas técnicas que valorizam a criação de vínculos fortes entre pais e filhos.

Alguns defensores da criação com apego reforçam três pilares principais: amamentação, bebê bem grudado em você e cama compartilhada entre pais e filhos. A ideia principal é que os pais mantenham esses hábitos até que as crianças cresçam e elas mesmas decidam que não querem mais.

Mas na verdade, a criação com apego é uma filosofia e ciência bem mais ampla. Ela não se resume apenas nesses três pilares. Criando com apego não significa que você tem que amamentar por muitos anos, ou dividir a cama com a criança já crescida.

A ideia desse tipo de criação é garantir a segurança emocional da criança e, para isso, a teoria do apego defende que a criança deve ter suas necessidades básicas atendidas prontamente, com empatia, respeito, dedicação e paciência. Inclusive baseia estas afirmações com inúmeros estudos neurocientíficos, que comprovam o desenvolvimento harmônico e organizado de um cérebro que vivencia relações de respeito e amorosidade.

Criação com apegoEducação Positiva

A criação com apego tem o objetivo de garantir a segurança física, psíquica e emocional da criança, como falamos anteriormente. Além disso, garantir suas necessidades básicas, que se resumem em: proximidade, proteção, previsibilidade e diversão.

A teoria do apego foi idealizada nos anos de 1950 e destaca que os bebês têm uma forte necessidade de segurança no começo da vida (necessidade esta que, não correspondida, transforma todo o curso de sua vida psíquica e emocional) e que isso significa estar perto de quem cuida deles.

A proximidade com os pais ou cuidadores, é o ponto de partida para que a criança desenvolva uma ligação segura com adultos, de acordo com o movimento de “criação com apego”. Essa proximidade física é especialmente importante nos primeiros anos de vida. Manter o bebê perto faz com que a pessoa que cuida dele, geralmente a mãe, seja capaz de responder prontamente às suas necessidades.

Esse tipo de atitude pode facilitar INCLUSIVE o sono infantil , e isso é explicado porque, ao responder atentamente às demandas do filho, a mãe o prepara para desenvolver o controle das próprias ações. Ao desenvolver esse controle e a segurança, o bebê se sente mais seguro para dormir e amamentar, por exemplo.

Quando a criança nasce pode ser difícil saber do que ele está precisando em determinados momentos. Mas existem algumas maneiras de atender às necessidades dele se você quiser seguir com a criação com apego:

  • É essencial amamentar por livre demanda, ou seja, dar de mamar sempre que o bebê quiser. Além de se sentir alimentado, o bebê se sente aconchegado pelo cheiro e calor da pele materna. Entender que vai além do alimento!
  • Se o bebê toma leite na mamadeira, a mãe pode segurá-lo próximo, olhar nos olhos dele e prestar atenção aos sinais de que mamou o suficiente, evitando que outros cuidadores o alimentem. Ter um cuidador principal, como ocorre no seio, faz-se imprescindível.
  • Colocar o bebê em um carregador do tipo mochila ou sling, considerando que precisam de contato não só quando choram.
  • Dormir no mesmo quarto que o bebê (ou na mesma cama), para atendê-lo rapidamente à noite.
  • Conversar com o bebê e interagir quando ele estiver desperto.
  • Tratar o choro da criança – e as birras, conforme vai crescendo – como a maneira que ela tem para se comunicar. Quando o bebê está chorando, significa que ele está pedindo ajuda ou orientação e conforto quando tem um acesso de raiva.

Sono InfantilEducação Positiva e Apego Seguro

Através dessas experiências, a criança se sentirá mais confortável para dormir (ponto positivo para o sono infantil) e, levando a criação da criança dessa maneira você poderá, logo, utilizar da educação positiva.

A educação positiva é um tipo de educação baseada na positividade. Sem punições e sem recompensas. É uma forma de educar a criança preocupando com sua formação integral. Com foco em afeto, compreensão, respeito mútuo e aprendizado mútuo.Quer saber mais sobre a educação positiva, sono infantil, apego seguro e a teoria do apego? Acesse nosso blog.