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Criação com Apego e a Teoria do Apego

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A criação com apego surgiu a partir de um estudo de vínculo desenvolvido por recém-nascidos com suas mães e cuidadores. A criação com apego valoriza a criação de vínculos fortes entre pais e filhos e existem dois pilares principais: contato olho a olho e troca emocional, que são facilitados  através da amamentação, com o bebê bem grudado em você e através da cama compartilhada (contato com a mãe durante o sono).

A criação com apego e a educação positiva ajuda os pais a despertarem uma visão e um comportamento empático com os filhos. O objetivo é identificar a necessidade dos pequenos e tentar se comunicar por trás desse comportamento.

O apego seguro é muito importante para a qualidade da relação afetiva entre pais e filhos. Além de fortalecer a relação, protege a saúde mental dos pequenos. A teoria do apego é voltada para os pequenos e nas suas necessidades vitais. Uma vez que sabemos identificar suas necessidades, evitamos que entrem em estado de alerta, permitindo que sejam cada vez mais espontâneos e emocionalmente saudáveis, o que impacta positivamente nos comportamentos, alimentação e sono (que comumente são os principais desafios das famílias).

 

Teoria do apego – Criação com apego

O objetivo da criação com apego é garantir a segurança física, psíquica e emocional da criança. Além disso, quando estamos criando com apego, garantimos as necessidades básicas da criança e isso se dá pela proximidade, proteção, previsibilidade e diversão.

Idealizada nos anos de 1950, a criação com apego destaca a necessidade de segurança no começo da vida, e isso significa as crianças estarem perto dos pais/cuidadores. A proximidade com os pais ou cuidadores é o ponto de partida para que a criança desenvolva uma ligação segura com adultos. 

Essa proximidade é especialmente importante nos primeiros anos de vida. Sabemos que um bebê é incapaz de cuidar de si mesmo. Ele depende dos pais para conseguir alimento, saciar-se da necessidade de contato, carinho, dormir e aprender sobre o mundo e suas relações. Essa relação entre pais e filhos é o principal campo de estudo da teoria do apego. Entendermos que o mundo da criança se resume aos pais (principalmente à figura maternal) e que tudo o que vivenciarem neste contexto, reflete em sua maneira como se relaciona com o mundo.

A proximidade física é o ponto de partida para que a criança se desenvolva, mas é mantido e garantido com a proximidade emocional: tempo de qualidade, troca, assistência empática, respeito às necessidades do bebê, entendendo e respondendo prontamente à sua dependência física e emocional. Esse tipo de atitude pode facilitar, inclusive, o sono infantil, e isso é explicado por que, ao responder atentamente às demandas do filho, a mãe o prepara para desenvolver o controle das próprias ações.

 

Sono infantil Criando com apego

Sabe-se que os padrões de sono dos bebês são diferentes dos padrões dos adultos. Cuidar de um bebê demanda tempo, paciência e esses cuidados podem influenciar diretamente no sono do bebê.

A criação com apego possui princípios que não se trata de regras, mas orientações. E essas orientações podem influenciar diretamente no sono infantil. Uma das garantias da relação de apego seguro é a segurança, física e emocional. Nos primeiros meses, valoriza-se a amamentação ( se a mãe não puder amamentar, que seja a única a alimentar, mantendo assim essa relação próxima e importante), aconselha-se  que o bebê durma próximo à mãe, que não tenha muitos cuidadores (que a mãe busque apoio a todas as outras demandas, de maneira que tenha disponibilidade física e emocional ao bebê. Isso vai garantir um sono mais tranquilo e seguro para o bebê e para a mãe! É um método praticado em várias culturas e é vista como um benefício para a família.

Outro ponto que pode influenciar no sono do bebê é a prática da educação positiva que prega o tratamento do bebê do mesmo jeito que você gostaria de ser tratado. A empatia é a palavra-chave nesse princípio.

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Como ajudar uma criança no desfralde gentil?

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O desfralde infantil é um processo que deve acontecer naturalmente. Iniciar o desfralde requer respeito e gentileza com a criança, pois a criança é o protagonista e o papel dos pais é apenas de supervisionar e apoiá-los. O desfralde acontece quando  a criança começa a demonstrar sinais de que não precisa mais das fraldas.

O desfralde é um processo que não é aprendido, ele acontece de forma natural e entra na lista dos grandes desenvolvimentos da criança, como andar, falar e escolher os alimentos que vai comer em suas refeições. 

Desfralde natural – como tirar a fralda

Como falamos, o desfralde infantil está na lista dos grandes desenvolvimentos das crianças e assim como todos os processos, depende de fatores emocionais, cognitivos e motores para se concretizar. Por isso, conduzir o desfralde forçando a criança a desfraldar, ou ensiná-la forçadamente por métodos duvidosos, como urinar em si mesma, pode provocar mais trauma do que autonomia.

De modo geral, o que se entende superficialmente sobre o desfralde infantil é que a partir dos dois anos as crianças controlam seus esfíncteres. Mas esse controle é relativo, já que ele pode acontecer em épocas distintas para cada criança. A realidade é que os pais precisam estar com a percepção aberta para notar os sinais, com paciência e disposição para entender que como em todo processo de desenvolvimento, há avanços e retrocessos até a criança se desenvolver.

O processo de desfralde se inicia pela criança. Ela se sente incomodada com a fralda molhada e acaba pedindo para fazer no vaso. E ela não faz isso para agradar os pais, mas porque não se sentem confortáveis com o uso das fraldas. É super importante entender que a criança estará passando por uma fase leve e consciente de si e de suas capacidades e necessidades.

A educação positiva tem o objetivo de educar com foco no afeto, compreensão e no respeito com as necessidades da criança. E no momento que a criança se mostra preparada para o desfralde, cabe aos pais compreenderem a situação e apoiá-la no dia a dia. 

É importante que os pais fiquem atentos aos comportamentos da criança durante o desfralde. Estamos falando de fases da criança durante o processo de desfralde. Primeiramente, a criança faz xixi e cocô e só avisa depois. Em seguida, a criança avisa na hora que está fazendo. Por fim, ela avisa que está com vontade de ir ao banheiro. É nessa fase, quando a criança mostra a necessidade antes de fazer, que o desfralde está bem encaminhado.

Além disso, temos outros sinais, como:

  1. A criança fica agachada ou sentada em uma posição durante até 2 minutos.
  2. Abaixa e levanta a calcinha ou cueca e a calça.
  3. Fica incomodada quando a fralda está suja e/ou cheia.

Desfralde Infantil

Após demonstrar os sinais que já falamos acima, a criança entra em uma fase que começa a aprender ir ao banheiro sozinha, sentar no vaso sanitário e ficar seca por várias horas, retirar a fralda sozinha e saber comunicar o desejo de fazer xixi ou evacuar.

É aí que nos tocamos que acreditava-se que existia uma metodologia de como tirar a fralda, mas, na verdade, o grande passo é esperar o tempo da criança e seu amadurecimento. Dicas e estratégias para facilitar o processo ou acelerá-lo, só impactam no desfralde noturno, que promovem enurese por anos e ainda o desconhecimento do próprio corpo e das sensações de exceção, que são imprescindíveis para uma sexualidade equilibrada no futuro, com o conhecimento do próprio corpo, seus limites e prazeres.

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Educação parental: O que é a Educação Positiva?

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Escolher a melhor forma de educar os filhos exige responsabilidade e pode ser um grande desafio para a família. Alguns pais adotam posturas punitivas e outros são complacentes e permissivos com relação às vontades dos filhos. Bem, a educação positiva, também conhecida como disciplina positiva, é uma forma de educar com o objetivo e foco no afeto, compreensão, respeito e aprendizado mútuo.

A educação positiva, juntamente com o apego seguro, vem se tornando formas de educar cada vez mais usada pelos pais e/ou cuidadores. A pauta é: formação integral dos filhos. A criação com apego e a disciplina positiva entendem que castigos ou chantagens não são construtivos para o desenvolvimento da criança e influenciam negativamente por toda a vida, perpetuando-se inclusive nas próximas gerações.

Quando falamos de educação parental, nos referimos ao termo “educar-se para educar”. A melhor maneira de lidar com os filhos é trabalhando você, primeiramente.

Apego seguro e educação parental

Adotando uma abordagem mais consciente, a educação parental integra teorias e conhecimentos potentes para orientar pais, responsáveis e escolas sobre como educar as crianças dentro de uma perspectiva de respeito mútuo, autoeducação, melhoria das relações familiares e soluções de questões cotidianas com base em princípios que fazem parte de uma educação positiva e respeitosa.

Aplicar a educação positiva é importante e ela contrasta com a forma comum que as pessoas normalmente se comunicam (carregado de culpa, julgamentos e violência). Ela preconiza a comunicação não violenta, que permite construir uma visão empática com o outro e com nós mesmos. Entender as nossas necessidades e limites, e expressá-los de forma assertiva e autêntica.

Dentro da criação consciente, a comunicação não violenta é utilizada para desconstruir padrões violentos de comunicação que nos foram passados desde pequenos, os quais repetimos diariamente com nossas crianças. Além disso, ela é importante para orientar os pais a trilharem seus primeiros passos numa comunicação mais empática e amorosa com seus filhos, através da observação de nossas próprias necessidades para desenvolvermos um olhar mais claro para a necessidade do outro.

A educação positiva age na esfera sócio emocional do indivíduo e gera melhorias cognitivas, melhorando o desempenho escolar, o convívio com as pessoas e fortalece o vínculo entre os filhos e demais membros da família, mantendo-os íntegros!

Caso você se identifique com esses valores, mas não sabe por onde começar, vamos dar algumas dicas a seguir.

Disciplina positiva – Aplicação da educação positiva

Primeiramente, observe suas próprias atitudes, sobre as situações cotidianas e outras questões que nos façam sentir culpa ou incapacidade. Faça-se perguntas, conteste seus próprios nãos. Desafie sua capacidade de resolução de problemas do dia a dia, estimule-se na construção de relações de respeito, a começar por nós mesmos.

Expresse suas emoções de forma clara. Entenda o porquê daquela emoção, quais necessidades suas não tem sido atendidas e responsibilize-se por isso, tirando essa responsabilidade do outro (parceirx ou filhos).

Seja um exemplo para seus filhos. Se prometer algo, cumpra. Não minta e não faça chantagens ou subornos com eles. É dando exemplo que você poderá esperar que seu filho também aja assim, pois muito do que os filhos fazem é uma reprodução do que veem os familiares fazendo. A chantagem é uma maneira de naturalizar a corrupção.

Estabeleça regras reais, que fazem sentido não só para você, mas para a família, pois a criança pode não reconhecer o real sentido do bom comportamento e só agir de maneira positiva pelo interesse satisfazer nossas necessidades para se sentir amado e visto.

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Criação com apego – entenda a teoria do apego

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Você já deve ter escutado a expressão “criação com apego” ou “criando com apego” e “teoria do apego”. Isso se trata de algumas técnicas que valorizam a criação de vínculos fortes entre pais e filhos.

Alguns defensores da criação com apego reforçam três pilares principais: amamentação, bebê bem grudado em você e cama compartilhada entre pais e filhos. A ideia principal é que os pais mantenham esses hábitos até que as crianças cresçam e elas mesmas decidam que não querem mais.

Mas na verdade, a criação com apego é uma filosofia e ciência bem mais ampla. Ela não se resume apenas nesses três pilares. Criando com apego não significa que você tem que amamentar por muitos anos, ou dividir a cama com a criança já crescida.

A ideia desse tipo de criação é garantir a segurança emocional da criança e, para isso, a teoria do apego defende que a criança deve ter suas necessidades básicas atendidas prontamente, com empatia, respeito, dedicação e paciência. Inclusive baseia estas afirmações com inúmeros estudos neurocientíficos, que comprovam o desenvolvimento harmônico e organizado de um cérebro que vivencia relações de respeito e amorosidade.

Criação com apegoEducação Positiva

A criação com apego tem o objetivo de garantir a segurança física, psíquica e emocional da criança, como falamos anteriormente. Além disso, garantir suas necessidades básicas, que se resumem em: proximidade, proteção, previsibilidade e diversão.

A teoria do apego foi idealizada nos anos de 1950 e destaca que os bebês têm uma forte necessidade de segurança no começo da vida (necessidade esta que, não correspondida, transforma todo o curso de sua vida psíquica e emocional) e que isso significa estar perto de quem cuida deles.

A proximidade com os pais ou cuidadores, é o ponto de partida para que a criança desenvolva uma ligação segura com adultos, de acordo com o movimento de “criação com apego”. Essa proximidade física é especialmente importante nos primeiros anos de vida. Manter o bebê perto faz com que a pessoa que cuida dele, geralmente a mãe, seja capaz de responder prontamente às suas necessidades.

Esse tipo de atitude pode facilitar INCLUSIVE o sono infantil , e isso é explicado porque, ao responder atentamente às demandas do filho, a mãe o prepara para desenvolver o controle das próprias ações. Ao desenvolver esse controle e a segurança, o bebê se sente mais seguro para dormir e amamentar, por exemplo.

Quando a criança nasce pode ser difícil saber do que ele está precisando em determinados momentos. Mas existem algumas maneiras de atender às necessidades dele se você quiser seguir com a criação com apego:

  • É essencial amamentar por livre demanda, ou seja, dar de mamar sempre que o bebê quiser. Além de se sentir alimentado, o bebê se sente aconchegado pelo cheiro e calor da pele materna. Entender que vai além do alimento!
  • Se o bebê toma leite na mamadeira, a mãe pode segurá-lo próximo, olhar nos olhos dele e prestar atenção aos sinais de que mamou o suficiente, evitando que outros cuidadores o alimentem. Ter um cuidador principal, como ocorre no seio, faz-se imprescindível.
  • Colocar o bebê em um carregador do tipo mochila ou sling, considerando que precisam de contato não só quando choram.
  • Dormir no mesmo quarto que o bebê (ou na mesma cama), para atendê-lo rapidamente à noite.
  • Conversar com o bebê e interagir quando ele estiver desperto.
  • Tratar o choro da criança – e as birras, conforme vai crescendo – como a maneira que ela tem para se comunicar. Quando o bebê está chorando, significa que ele está pedindo ajuda ou orientação e conforto quando tem um acesso de raiva.

Sono InfantilEducação Positiva e Apego Seguro

Através dessas experiências, a criança se sentirá mais confortável para dormir (ponto positivo para o sono infantil) e, levando a criação da criança dessa maneira você poderá, logo, utilizar da educação positiva.

A educação positiva é um tipo de educação baseada na positividade. Sem punições e sem recompensas. É uma forma de educar a criança preocupando com sua formação integral. Com foco em afeto, compreensão, respeito mútuo e aprendizado mútuo.Quer saber mais sobre a educação positiva, sono infantil, apego seguro e a teoria do apego? Acesse nosso blog.

Criação com apego e seus impactos – Tipos de apego seguro

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O conceito da Teoria do Apego surgiu a partir do estudo do vínculo desenvolvido por recém-nascidos com suas mães e outros cuidadores. Ela se estabeleceu através da necessidade de procurar entender melhor como os vínculos entre mãe e filho eram desenvolvidos. O apego seguro significa um vínculo afetivo ou a ligação entre um indivíduo e uma figura de apego (pais e/ou cuidadores).

Assim como a criação com apego, a educação positiva ajuda os pais a despertarem uma visão e um comportamento empático com os filhos. O objetivo é identificar a necessidade dos pequenos e tentar se comunicar por trás desse comportamento.

Já falamos em outras publicações que a criação com o apego não é a solução para todos os problemas, mas é um caminho de consciência que nos permite sermos mais assertivos com nossos filhos,  e que nos mostra que não devemos esperar que os pequenos se manifestem com relação ao nosso bem-estar, mas que somos nós quem proporciona o bem-estar deles. Isso faz com que a criança desenvolva maior responsabilidade pessoal, que se manifestará pelo resto da sua vida em responsabilidade social.

Tipos de apego seguro, criação com apego e os adultos

As pessoas com apego seguro tendem a ter opiniões positivas sobre si mesmas e sobre seus parceiros. Consequentemente elas tendem a ter opiniões positivas sobre seus relacionamentos.

Essas pessoas relatam maior satisfação em relação a si mesmas e, consequentemente harmonia em seus relacionamentos do que pessoas com outros estilos de apego. Elas se sentem seguramente confortáveis tanto com a intimidade quanto com a independência. Este é o resultado da vivência do apego seguro na infância.

Temos, também, o apego evitante, ambivalente e desorganizado e cada um mostra o nível de independência das pessoas, de comprometimento com relacionamentos, intimidade e dedicação com seus parceiros. Tudo isso acaba refletindo na criação com apego também de seus pequenos.

Pessoas com um estilo de apego evitante desejam um alto nível de independência. Elas, frequentemente, tentam evitar completamente a intimidade. Veem a si mesmos como autossuficientes e invulneráveis a sentimentos associados com estarem intimamente ligados a outros. Normalmente negam necessitar de relações íntimas.

No apego ambivalente, as pessoas buscam por altos níveis de intimidade, aprovação e receptividade de seus parceiros. Elas valorizam a intimidade a tal ponto que se tornam excessivamente dependentes de seus parceiros. Normalmente duvidam de seu valor como parceiros e culpam-se pela falta de receptividade de seus parceiros.

Pessoas com apego desorganizado têm sentimentos mistos sobre relacionamentos íntimos. Ao mesmo tempo que desejam ter relações emocionalmente íntimas, tendem a se sentir desconfortáveis com a intimidade emocional. São sentimentos confusos e combinados que, às vezes, inconscientemente, gera pensamentos e opiniões negativas sobre si mesmas e seus parceiros.

Cada um desses estilos de apego afetam no tipo de apego que as pessoas demonstram aos seus filhos. E existem muitos fatores que podem influenciar nossa adaptação ao vínculo com eles.

Educação parental Educação positiva

Sabemos que um bebê é incapaz de cuidar de si mesmo. Ele depende dos pais para conseguir alimento, contato, carinho, segurança, dormir e aprender sobre si mesmos e sobre o mundo. Pessoas com estilos de apego diferentes demonstrem isso de maneiras diferentes. 

A educação parental tem uma grande contribuição para os pais e para os filhos. Integra teorias e conhecimentos para orientação dos pais, responsáveis e escolas sobre como acompanhar e promover o desenvolvimento saudável das crianças dentro de uma perspectiva que envolve a autonomia, melhoria da relação familiar e ajuda no desenvolvimento pessoal de ambos.

Da mesma maneira, acontece com a educação positiva. A educação positiva é uma das ferramentas mais poderosas nesse meio. Se trata da comunicação não violenta, em aprender a se comunicar sem culpar, sem julgar e de maneira gentil, conectando pessoas e fortalecendo relações.

Todos esses fatores influenciam na possível mudança com que os pais podem ter com o seu tipo de apego. Permite-nos conscientizar do nosso comportamento e da nossa dificuldade em lidar com nossos filhos. Ter esta consciência faz-se crucial para criar um vínculo importante com nossos filhos.

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Apego seguro – como melhorar a relação com seu filho

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O apego seguro é muito importante para a qualidade da relação afetiva entre pais e filhos. Além de fortalecer a relação, protege a saúde mental dos pequenos. O foco da criação com apego são os pequenos, nas necessidades vitais das crianças.

O apego seguro defende que todas as crianças estabelecem um apego com pais e/ou cuidadores. Esse apego depende da atenção que dedicamos aos filhos, na rapidez e na eficácia com que os pais atendemos às suas necessidades, compreendendo os sentimentos da criança e dando consolo e segurança.

A maneira com que homens e mulheres interagem com seus parceiros enquanto adultos tem muito a ver com seus estilos de apego e o apego é influenciado ou desenvolvido durante a infância. 

É normal e natural que os bebês/crianças busquem suas primeiras figuras de apego como protetores quando se sentem ameaçados e nessa publicação vamos falar sobre como melhorar a relação com o seu filho e a criação com apego.

Educação parental Criando com apego

A educação parental contribui bastante para que os pais desenvolvam maneiras alternativas de lidar com os filhos. É um conjunto de técnicas de orientação aos pais sobre como educar as crianças dentro de uma perspectiva que envolve a autoeducação.

A educação parental (ou educação positiva) visa melhorar a relação entre pais e filhos, ajuda no desenvolvimento pessoal e muda a maneira como devemos tratar a todos, incluindo nossos filhos. Juntamente com o apego seguro, a educação positiva é uma maneira de ajudar os pais a superarem problemas com a educação dos filhos.

A ideia é entender o quanto destruímos psiquicamente as crianças com a educação/disciplina punitiva e passamos a atitudes mais saudáveis e imprescindíveis para o desenvolvimento neuro cerebral sadio deles. Entender sobre o desenvolvimento infantil, o porquê da criança estar tomando certas atitudes, cuidar para que as crianças tenham suas necessidades atendidas, com empatia e respeito e, o melhor ponto, ajudar as crianças a desenvolverem a autoestima, a autorresponsabilidade e a autoeducação. 

Como já falamos, o apego seguro protege a saúde mental dos pequenos. Mas o apego seguro também serve para ajudar os pais e/ou cuidadores. Essas figuras são tão importantes que muitas vezes as culpabilizamos. É importante lembrar que eles já tiveram suas próprias experiencias, e o que acontece é que talvez nunca tenham sido ensinados a agir de forma diferente.

É muito difícil para um adulto ser capaz de dar ao seu filho um apego seguro se ele ou ela tem um apego inseguro ou ansioso. É importante que os cuidadores trabalhem este aspecto, seja sozinhos ou com a ajuda de um educador parental (na Escola da Educação Positiva, formamos estes profissionais).

Criando com apego é mais que apenas criar ou se dedicar, é se conhecer, conhecer seus limites, aquilo que precisa desenvolver em você mesmo, para conseguir promover os 3 pilares fundamentais do apego seguro: sensação de constante segurança, desejo de proximidade e a regulação emocional.

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A criação com apego envolve vários pontos que são cruciais para vocês e seus pequenos se aproximarem. Mais do que um conjunto de práticas de aproximação, ele preconiza a responsabilidade com as necessidades das crianças e a sensação de segurança que eles precisam sentir para que seu desenvolvimento aconteça da melhor forma possível.

A educação parental baseada em apego seguro possui 8 princípios que devem ser levados em consideração:

  • Preparar-se para a gravidez, para o parto e para a educação
  • Alimentar com amor e respeito
  • Responder com sensibilidade
  • Promover o contacto físico
  • Garantir um sono física e emocionalmente seguro
  • Proporcionar cuidados amorosos consistentes
  • Praticar a disciplina positiva
  • Procurar um equilíbrio entre a vida pessoal e a vida familiar

Quer saber mais sobre educação parental, apego seguro, criando com apego e educação positiva? Entre em nosso blog.