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Como aplicar a disciplina positiva – Educação Parental

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Escolher a melhor forma de educar os filhos exige responsabilidade e pode ser um grande desafio para a família. De um lado, uma postura mais severa e punitiva e, do outro, a mais complacente e permissiva em relação às vontades e atitudes dos filhos. Com base nessas duas “vertentes” educacionais, viemos falar mais sobre a disciplina positiva e a parentalidade positiva.

A parentalidade positiva não tende aos extremos. A disciplina positiva é uma forma de educar que busca equilíbrio, estabelecendo limites firmes e, ao mesmo tempo, incentivando a liberdade e a autonomia da criança.

A educação parental positiva é tão importante quanto a teoria do “criando com apego” e as consequências são benéficas para a formação dos filhos e vamos falar disso nessa publicação.

 

Parentalidade positiva Educação Parental

A parentalidade positiva na educação parental é uma forma de educar em que várias pessoas já estão ficando adeptas. Isso se dá pela preocupação pela formação integral dos filhos. O objetivo da educação positiva é educar com foco no afeto, compreensão, respeito mútuo e aprendizado mútuo.

A educação positiva tem como princípio uma educação mais gentil e firme com os filhos. Ela ajuda as crianças a se comunicar além dos comportamentos desafiadores e ensina-lhes autodisciplina, responsabilidade, cooperação e habilidades de resolução de problemas, uma vez que todo o entorno age desta forma.

Ela consiste em não ser permissivo, nem rígido. Ensina a ser gentil e firme ao mesmo tempo. Acabar com a rigidez e a punição em um lar não consiste em deixar o filho fazer o que quiser, mas sim em fortalecer a responsabilidade pessoal, que tem reflexos na responsabilidade social. De acordo com a disciplina positiva, quando as crianças se sentem vistas, respeitadas, elas se sentem mais fortalecidas: os laços com os pais, crescem e seu comportamento perante o mundo, é responsável e ético.

Existem quatro critérios para uma disciplina positiva efetiva:

  1. Seja respeitoso com seu filhos: trate-o como trataria seu melhor amigo.
  2. Ajude as crianças a desenvolverem um senso de aceitação e de importância, se sentindo aceito e importante.
  3. Entenda que a relação baseada no respeito é efetiva a longo prazo, ao contrário da punição, por exemplo, que funciona a curto prazo.
  4. Ensine habilidades de vida valiosas na formação de um bom caráter, como respeito, preocupação com os outros, resolução de problemas, responsabilidade, contribuição e cooperação.

Não podemos esquecer que crianças são crianças. Portanto, pensam como crianças e seus cérebros estão em desenvolvimento. Precisam muito do apoio dos adultos no ajustamento do seu comportamento e regulação das emoções, e não serem criticadas. Serem vistas como crianças que são. Tudo isso, emparelhado com a criação com apego, ajuda a criança a ter independência e tomar suas próprias decisões. No início da vida, isso pode ajudar muito no sono infantil e no comportamento perante a introdução alimentar, alimentação, desfralde, etc.

 

Disciplina positiva, parentalidade positiva – Bem estar e sono infantil

Um dos pontos principais para trabalhar com a disciplina positiva no dia a dia é saber como aplicá-la assertivamente, desde os primeiros anos de vida. 

A ideia central é conectar a criança com sua família, comunidade e escola, pois ao fazer isso a tendência é que a criança apresente menos comportamentos inadequados. Os pais devem substituir os métodos punitivos, como broncas, gritos e castigos, e os de oferta de recompensas, em que o filho é recompensado com algo para que faça o que lhe foi solicitado por um olhar atento ao que comunicam através de seu comportamento, entendendo a melhor maneira de responder as necessidades dos nosso filhos com assertividade.

Ao contrário do que muitos pais pensam, o punir ou ofertar recompensar não cria adultos bem-sucedidos. Punir gera rancor e a recompensa pode gerar um ciclo vicioso, no qual a criança não se comporta ou não percebe seu valor, porque compreende e aprende que ao se comportar vai ganhar algo em troca.

Educação parental: O que é a parentalidade positiva?

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A educação positiva é uma filosofia que preconiza o uso da não-violência na comunicação entre pais e filhos. Ela é baseada em respeito mútuo e ensina que os seus pequenos, antes de serem seus filhos, são seres humanos. O objetivo da educação positiva e da parentalidade positiva é criar seres adultos íntegros, independentes e felizes.

Em outra postagem falamos sobre a parentalidade positiva e seus benefícios, assim como a educação parental e a educação positiva.

Nessa postagem vamos aprofundar um pouco mais sobre a parentalidade positiva, apego seguro e a criação com apego. Vamos lá?

Parentalidade positiva e o apego seguro

O apego seguro tem como objetivo desenvolver crianças felizes e contribuir para que elas saibam lidar com situações adversas da vida de forma independente. O apego seguro também preconiza um olhar respeitoso, empático, carinhoso e gentil com os filhos, a fim de transmitir segurança e atender às necessidades dos pequenos.

Educar os filhos não é uma tarefa fácil, intuitiva. Temos esta expectativa, mas a realidade é muito diferente. Com todo amor por eles, nos vemos muitas vezes perdidos, desrespeitosos, irritados, lutando por poder. A criação com apego é um meio de educá-los de forma amorosa, com um olhar amplo para o adulto que essa criança se tornará, partindo de uma relação que preza a responsabilidade pessoal para que tenham, verdadeiramente, responsabilidade social. Sabemos que alguns adultos possuem certos receios em relação a criação com apego e, sobre isso, podemos observar nessa publicação.

Mas o que, realmente, pode ser passado através da criação com apego e  parentalidade positiva? Bem, de acordo com a literatura sobre criação com apego e parentalidade positiva, podemos destacar alguns pontos:

  • Orientar ao invés de brigar
  • Liderar ao invés de mandar
  • Ensinar ao invés de corrigir
  • Cuidar ao invés de exercer ‘funções’
  • Emponderar ao invés de elogiar
  • Nutrir ao invés de alimentar
  • Sensibilidade e reconhecimento das necessidades das crianças.
  • Ser consciente e não ‘consistente’.
  • Comunicação não violenta (educação positiva).
  • Promover segurança Emocional
  • Conhecer e respeitar os estágios de desenvolvimento da criança
  • Estabelecer limites, a começar reconhecendo os seus
  • Empatia com os sentimentos das crianças.

Esses são alguns pontos que podem te ajudar a fortalecer os laços emocionais com o(s) seu(s) filho(s). É a partir daí que a criança começa a vivenciar uma relação onde os adultos gerenciam seus próprios sentimentos e comportamentos. É a partir disso que a criança desenvolve a autoconfiança e a autoestima e a capacidade de também gerenciar seus sentimentos.

Esse é o apego seguro, compreende? Crianças que crescem num ambiente emocionalmente seguro, o que os fortalece para vivenciarem os desafios da vida de forma madura e respeitosa, ou seja, as crianças ‘seguramente apegadas’ têm mais chances de lidar com desafios da via e do dia a dia.

Educação positiva e apego seguro

Sabemos que atualmente, na maneira em como vivemos e na maneira que o mundo é, algumas coisas podem influenciar na sua capacidade de ser sensível e receptivo(a) ao nosso filho(a). Estamos falando de prioridades concorrentes: excesso de trabalho, tarefas do lar, desafios familiares e, principalmente, alto uso de dispositivos móveis. Tudo isso pode acabar “tirando a concentração” e atrapalhando nosso vínculo afetivo com o nosso(s) filhos(as).

Por exemplo, alguns especialistas estão preocupados com os efeitos que os ‘pais distraídos’ podem ter no vínculo emocional e no desenvolvimento da linguagem, interação social e segurança das crianças.

À medida que as crianças crescem, é importante lembrar que dar a elas o que elas precisam não significar dar a elas tudo o que querem. Elas precisam aprender a gerenciar emoções, a se comportarem em determinadas situações, pensar em uma nova tarefa ou se relacionar com amigos.

Tudo isso pode ser passado pelos pais e a educação positiva e o apego seguro tem meios que podem facilitar essa atenção básica aos pequenos.

Quer saber mais sobre educação parental, educação positiva, criação com apego, apego seguro e parentalidade positiva? Entre em nosso blog.

Educação Positiva – quais as vantagens da Disciplina Positiva

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Educar os filhos é uma grande responsabilidade e, às vezes, pode ser um grande desafio para os pais. Existem várias abordagens existentes de educação. Da educação severa a educação permissiva. A educação positiva e a disciplina positiva estão em destaque e seus benefícios são comprovados cientificamente.

A educação positiva aposta na firmeza, com gentileza, nas relações com os filhos. Não usar de punições ou recompensas como a melhor forma de educação dos filhos nos dias atuais. A educação positiva, a parentalidade positiva e a disciplina positiva não é um estilo de vida, tão pouco, uma moda. É uma filosofia que promove a relação entre mais e filhos com base no respeito mútuo.

Criando com apego Parentalidade positiva

O objetivo do apego seguro e da parentalidade positiva é criar adultos íntegros, saudáveis, independentes, responsáveis e felizes. A parentalidade positiva ajuda uma criança a perceber os limites que existem na sua vida.

O objetivo é fazer com que a criança perceba esses limites e operem a sua vida sem precisar do pai e da mãe do lado. Uma criança educada através da parentalidade positiva e do apego seguro se torna um adulto organizado emocionalmente, que tem autoestima e, consequentemente, é capaz de entender as necessidades do outro, ou seja, é empático.

A parentalidade positiva está ligada diretamente com o criando com apego (ou a criação com apego)

A educação tradicional não está ligada ao apego seguro. Nela, os pais são uma figura principal do processo de ensino-aprendizado e, são eles quem detém o poder e o conhecimento e estão ali para transferir para os filhos. Neste modelo o foco é a obediência, a disciplina.

Diferentemente da educação tradicional, na disciplina positiva, os pais são apenas mediadores que levarão a criança a construir seu próprio conhecimento em relação a si mesma e ao mundo. O foco são as necessidades da criança e a comunicação é feita de maneira diferente, desenvolvendo habilidades de vida nos filhos, através de atos assertivos e respeitosos (afinal, o maior exemplo são nossas atitudes). 

A comunicação sem culpa, sem julgamentos e de maneira gentil, o olhar respeitoso para as necessidades das crianças e o entendimento de que estão NO MOMENTO CERTO para serem vulneráveis e dependentes! Sem esse entendimento, ignoramos as necessidades hoje, o que os torna adultos dependentes e desorganizados emocionalmente, por nunca terem tido espaço e tempo para seu autodesenvolvimento. É isso que vai ‘transformar’ seus filhos em pessoas seguras e positivas: entender que são crianças e devem ser respeitadas como são.

Parentalidade positiva e disciplina positiva

Como falamos, a parentalidade positiva é a ação de tomar conta em que os pais assumam responsabilidades e que transformem seus próprios comportamentos para melhorar o relacionamento com seus filhos  e estimular a criança, respeitando sua integridade.

O apoio dos pais para com seus filhos são fatores importantes a serem considerados e as necessidades das crianças em uma das suas fases de desenvolvimento, principalmente até os 7 anos de idade, é de profunda dependência com relação aos seus cuidadores.

Tudo isso contribui para a construção de uma personalidade positiva e para o desenvolvimento do seu potencial, segurança e bem-estar.

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Educação Parental e parentalidade positiva para educar os filhos

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A parentalidade positiva traz uma grande contribuição para a área de educação parental, ao integrar teorias e conhecimentos potentes para orientar pais, responsáveis e escolas sobre como educar as crianças dentro de uma perspectiva que envolve a autoeducação, melhoria das relações familiares e soluções de questões cotidianas com base em princípios que fazem parte de uma educação positiva respeitosa.

Muitas pessoas querem se aprofundar nas bases teóricas da educação parental com base na criação consciente e acabam procurando por uma educadora parental para ficar por dentro do assunto.

Educação positiva – educação dos filhos

Muitos pais e/ou cuidadores se sentem incomodados com as birras das crianças. E nem sempre os pais conseguem imaginar ou descobrir o que está acontecendo com os filhos durante uma birra. Alguns ficam bravos e logo dão broncas, outros ignoram e não atendem às necessidades das crianças. Claro que ambas situações não são corretas.

A maternidade e a paternidade não têm uma fórmula a ser seguida. Não tem certo ou errado e, principalmente, não existem respostas prontas. A maternidade e a paternidade são trabalhos duros, de autoconhecimento, questionamento de crenças culturas familiares e de busca constante por um movimento que nos aproxime amorosamente de nossos filhos. 

Cuidar dos filhos não é uma função inata. Quando nos transformamos em mãe ou pai acreditamos que tudo venha por um conhecimento herdado e que já saberemos assumir o cargo automaticamente. Nem sempre isso é o que acontece e os pais acabam se frustrando por não conseguir cuidar dos seus filhos.

Bem, na criação consciente é trabalhada as necessidades da criança e de sua família. E, por isso, a comunicação não violenta é uma das ferramentas mais potentes que existe. A disciplina positiva é uma forma de ação que permite construir uma visão empática com o outro e com nós mesmos.

Dentro da educação positiva, utiliza-se, também, a comunicação não violenta para descontruir padrões violentos de comunicação que nos foram passados desde pequenos, os quais repetimos diariamente com nossas crianças, muitas vezes, sem a intenção.

Diante disso, é importante que uma educadora parental saiba orientar os pais a trilharem seus primeiros passos numa comunicação mais empática e amorosa com seus filhos. Nessa postagem você pode ver os benefícios da comunicação não violenta e da parentalidade positiva.

Disciplina positiva – Educação emocional

Nós fazemos parte de uma geração que aprendeu a reprimir emoções e sentimentos. E, como consequência, não sabemos identificar, acolher e lidar com eles. Não entendemos as nossas próprias emoções com clareza, quanto mais entender as emoções de um filho(a).

A criança que aprende a esconder a sua raiva e a engolir o choro, pode virar um adulto que não sabe lidar com contrariedades e tem explosões de fúria, por exemplo, principalmente com seus filhos.

Juntamente com o apego seguro, a parentalidade positiva procura acolher as emoções dos pais, de forma que eles aprendam a identificar e lidar com os próprios sentimentos. Uma abordagem eficiente de educação parental deve contribuir para a educação emocional dos pais, cuidadores e filhos.

Para finalizar, a disciplina positiva é uma das filosofias mais conhecidas na educação parental. Ela é amplamente compartilhada, com estratégias que contribuem com a relação parental, permitindo que o adulto tenha expectativas reais em relação ao comportamento da criança e saiba lidar melhor com seus desafios, através de conceitos e práticas para a criação consciente.

É através da educação positiva que aprendemos a desenvolver uma capacidade de lidar melhor com os desafios normais da infância, contribuindo para uma harmonia nas relações entre pais e filhos, e para o lar como um todo.

Quer saber mais sobre parentalidade positiva, educadora parental, disciplina positiva e criação consciente? Entre em nosso blog.

Tipos de apego – Apego seguro e Parentalidade Positiva

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A teoria do apego e os tipos de apego surgiram a partir de estudos do vínculo que os pais desenvolvem com recém-nascidos. É um estudo que abrange os campos das teorias psicológica, evolutiva e etológica. Pode-se observar que dentro dessa teoria temas como apego seguro, educação positiva e educação parental também são abordados.

O apego seguro é um tipo de apego da teoria do apego, que é um modelo psicológico que tenta descrever a dinâmica das relações interpessoais de longo e curto prazo da relação pais-filhos e sua influência no desenvolvimento dos filhos.

A criação com apego começa antes mesmo da criança nascer e se estende para os laços entre adultos e, nessa postagem, vamos falar dos tipos de apego e sua relação com a parentalidade positiva, educação positiva e a educação parental.

Apego Seguro Tipos de Apego

O apego significa um vínculo afetivo ou ligação entre um indivíduo e uma figura de apego (pais e/ou cuidadores). Os laços podem ser recíprocos entre os dois indivíduos adultos, mas entre uma criança e um cuidados, são baseados nas necessidades de segurança e proteção.

A segurança e a proteção são fatores fundamentais na infância e a teoria do apego propõe que crianças se apegam instintivamente a quem cuide delas, com a finalidade de sobreviver e desenvolver tanto o físico, social e o emocional.

Dentro da teoria do apego tem um campo muito importante que é a parentalidade positiva. Ela é dada como a ação de ‘tomar conta’, em que ambos os progenitores, ou o pai ou a mãe, assumem responsabilidades e comportamentos para otimizar o crescimento e estimular o desenvolvimento da criança.

Dentro dessa vertente, é importante destacar que a integridade da criança deve ser respeitada, pois ela é um ser único e independente. A ideia é criar vínculo com os filhos de forma a gerar confiança, segurança e um relacionamento mais prazeroso entre as partes.

A educação positiva é uma prática do apego seguro que transforma o momento de pais e/ou cuidadores em momentos de dedicação completa, com respeito e carinho. O problema de uma criança dormir mal pode estar relacionado à falta de apego, por exemplo. Pode estar relacionada com o contato, o afeto, também.

Educação positiva Tipos de Apego

Existem padrões de vinculo que os adultos criam com outros adultos e esses padrões costumam ser categorizados em quatro principais tipos de apego: apego seguro, apego evitante, apego ambivalente e apego desorganizado.

  1. Apego Seguro

Pessoas com esse tipo de apego tendem a ter opiniões positivas sobre si mesmas e sobre seus parceiros e seus relacionamentos. Muitas vezes elas relatam maior satisfação e harmonia em seus relacionamentos do que pessoas com outros estilos de apego.

      2. Apego Evitante

Quem tem este estilo de apego deseja um alto nível de independência. Esse desejo, frequentemente, aparece como uma tentativa de evitar completamente o apego. Eles se sentem autossuficientes e invulneráveis a sentimentos associados com estarem intimamente ligados a outros.

      3. Apego Ambivalente

Nessa modalidade as pessoas buscam por altos níveis de intimidade, aprovação, e receptividade de seus parceiros, frente a um comportamento inconstante dos pais, de afastamento e aproximação. 

      4. Apego Desorganizado

Indivíduos com esse apego têm sentimentos mistos sobre relacionamentos íntimos. Por um lado, desejam ter relações emocionalmente íntimas. Por outro lado, tendem a se sentir desconfortáveis com a intimidade emocional. 

Quer saber mais sobre os tipos de apego? Entre em nosso blog e veja também sobre o apego seguro, educação positiva, parentalidade positiva e educação parental.

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