Mentoria em Sono Infantil e Apego Seguro – Conexão com os pequenos

Você sabia que as vivências dos nossos filhos nos primeiros ano de vida podem impactar sua saúde emocional por toda a vida?

E porque o sono das crianças é um grande desafio?

Você sabe agir para melhorar o sono do bebê?

Vive a privação de sono e acredita que seja essa a realidade do primeiro ano de vida da criança?

Hoje vamos falar um pouco sobre a nossa mentoria em sono infantil e apego seguro, a conexão com nossos filhos e os problemas do sono do bebê nos dias atuais.

Desenvolvi um áudio-curso que vai permitir que conheça cada vez mais seu filho, com áudios que você pode escutar onde e quando puder, e o melhor: transformador. Com oportunidades semanais de tirar dúvidas diretamente comigo!

Privação do Sono e o Sono das Crianças

Estamos acostumados com um estilo de vida dinâmico, movimentado, com muitos compromissos, atividades e rotinas que demandam muito do nosso tempo. É assim a realidade de muitas pessoas. Além da rotina, citamos, também, a conexão com a internet, os smartphones, que são grandes responsáveis pela escassez do tempo e pelo dinamismo que levamos nossas vidas.

Com a chegada dos filhos o normal que aconteça é: você não terá mais aquele controle sobre sua rotina, sobre seu dia-a-dia. E o mais difícil: a privação do sono e o nosso desconhecimento em relação ao sono do bebê!

Bem, isso não está sob seu controle. Vai acontecer, de uma maneira ou outra. As pessoas se adaptam aos momentos adversos e, além disso, elas podem promover melhores condições para que o tempo com os filhos seja proveitoso. Você tem sua rotina, é pesada, mas você precisa ter qualidade de tempo com seu pequeno. Seja no momento da amamentação, organização de um ambiente ideal para o sono reconfortante do bebê. O que não pode acontecer é: garantir que todas as atitudes sejam efetivas. Esse é um caminho sem volta para a frustração.

Sono de crianças – Criando com apego

O sono é um aspecto importante na vida de uma criança. Ele é responsável pelo crescimento, desenvolvimento e a manutenção da saúde da criança. É um habito associado a à prevenção de doenças e ajuda na melhoria do aprendizado, no humor e no bem-estar mental.

Garantir um sono adequado para o bebê é muito importante e entendemos que, às vezes, não é uma tarefa fácil! E é por isso que estamos fazendo essa abordagem sobre o sono de crianças.

A abordagem do sono com ênfase em apego seguro permite e amplia o nosso olhar para o ‘não esperado’ comportamento de sono das crianças, desmistificando a impossibilidade de transformarmos o momento do sono em um momento de conexão. O sono das crianças é sim um desafio, mas também é uma comunicação dos nossos filhos conosco.

Com tantas informações desencontradas sobre o sono infantil, trouxemos a Mentoria em Sono e Apego seguro, para adentrarmos na área com informações baseadas em evidências científicas, direcionando nosso comportamento para atender, não só as necessidades fisiológicas, mas as necessidades emocionais dos nossos filhos.

A mentoria em Sono e Apego seguro foi desenvolvida por Lívia Praeiro, especialista em sono (certificada em medicina do sono pela USP e estudante em Sono e Sociedade pela Universidade de Michigan), pós-graduanda em Neurociências e referência no país em Apego Seguro (primeira brasileira certificada pelo Attachment parenting international – API).

No dia 10 de agosto vai acontecer a Mentoria Sono e Apego Seguro: 0 a 6 anos. Um guia diário para direcionar pais e cuidadores a encontrarem uma forma mais leve e mais consciente de relacionarem-se com o sono das crianças. É uma mentoria para pais e cuidadores e será um evento online.

As inscrições podem ser realizadas por este link e, caso queira saber mais informações sobre a Mentoria em Sono e Apego seguro, acesse nosso site.

Gostou da publicação? Vai perder a chance de participar de um curso fantástico? Entre em contato

Como melhorar o sono do bebê – Rotina do sono

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O comportamento de sono é um reflexo do dia. Nós adultos sabemos que o nosso dia a dia afeta nossa rotina do sono e com nossos filhos é a mesma coisa. O estresse pode fazer com que você não tenha uma boa noite de sono, com sono leve e pouco relaxamento. O estresse pode atrapalhar, também, o sono do bebê. Sim as crianças se estressam, e bastante, principalmente por elas ainda não saberem lidar com certos tipos de sentimentos.

As vezes as crianças estão estressadas e nem imaginamos que isso está acontecendo ou pode acontecer. Muitos pais questionam quando irão conseguir dormir uma boa noite de sono novamente, especialmente depois que o bebê nasce.

Não é fácil aguardar até que os pequenos encontrem um bom ritmo de sono e as vezes isso pode gerar uma certa angústia para a família. Reclamar que “meu bebê não dorme” é algo comum entre pais de primeira viagem, e até em pais de segunda, terceira e quarta viagem. É comum demorar a se acostumar com o sono infantil e adaptar o seu filho com uma boa rotina do sono.

Vamos falar um pouco sobre o sono infantil e como melhorar a rotina do sono da criança, criando com apego, respeitando e compreendendo as necessidades fisiológicas dos pequenos?

Meu bebê não dorme – Educadora parental

É de extrema importância saber que o ciclo de sono recebe influências biológicas, ambientais e sociais. Conhecer as peculiaridades de cada fase norteia as expectativas dos pais, permitindo fazer ajustes de hábitos. A evolução da rotina do sono é um processo que exige mais tempo do que treinamento.

Não existe uma receita certa, mas uma educadora parental em Sono e Apego Seguro pode ter sim um olhar para o todo,  é capaz de ajudar a entender essa necessidade fisiológica da criança, necessidade básica da vida e que influencia no crescimento e no desenvolvimento saudável da criança e suas necessidades emocioanos, trazendo à família a oportunidade de um novo olhar e atitudes que promovem o Apego Seguro e, consequentemente, um sono saudável para as crianças.

Um olhar especial que a educadora parental em Sono e Apego Seguro tem sobre a hora do sono é que o tempo que a criança demora para relaxar e se entregar ao sono é uma oportunidade para passar um tempo de qualidade com eles. Às vezes eles estão necessitados de uma atenção maior, e é aqui que você deve aproveitar.

E, como esperado, o comportamento dos pais influencia diretamente no processo de pegar no sono das crianças. Se transmitimos sentimentos agitados e apressados, mais atrapalhamos o processo deles. Logo, que leve o tempo que for para que eles consigam dormir. Aproveite esse tempo. Dê atenção e amor.

Criando com Apego – Rotina do sono

Observe a criança durante o dia, observe suas sonecas e a hora de dormir, analise se o cortisol não está impedindo que durmam com facilidade. Se as sonecas estão boas e, mesmo assim eles não adormecem facilmente, avalie se o tempo com que vocês passam está sendo o necessário. Se precisa entender mais profundamente sobre a rotina, ritual do sono e atitudes que promovem o bom comportamento de sono e ainda tem dúvidas sobre o apoio de uma educadora do sono, adquira nossa Mentoria em Sono e Apego Seguro.

É impossível medir a quantidade de tempo que passamos com nossos filhos. Eles não têm esse relógio que nós temos, de ficar contabilizando o tempo de convívio com os pais. Eles conseguem perceber o tempo que se sentiram vistos, importantes e amados.

A criação com apego tem isso como base! Ceder às necessidades das crianças, respeitar e ter empatia por seus sentimentos. Se eles não estão satisfeitos com o tempo em que estão passando com os pais, passe mais tempo com eles.

Vamos a algumas dicas, então:

Para ajudar, antes de dormir, observe sinais do sono, faça um ritual todos os dias para prepará-los para dormir, regule horários, cochilos durante o dia, veja a temperatura do ambiente, a luminosidade e mantenha silêncio, também evite brincadeiras agitadas.

Por fim, a cama deve ser adequada, plana, com colchão firme, sem objetos soltos como brinquedos. Evite tudo que for estimulante, como telas (celulares e tablet), na cama ou perto da criança na hora de dormir.

Quer saber mais sobre a criação com apego, apego seguro e a rotina do sono do bebê? Aqui no blog mantemos você informado sobre educação positiva, desmame, sono do bebê, criando com apego e outros assuntos.

Como iniciar um desfralde? Criação com apego seguro

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Cada criança tem o momento certo para o desfralde e é importante saber como deixar essa fase de “como tirar fralda” mais tranquila e sem medos. Por ser um dos grandes desafios da maternidade, é um processo que ainda exige muita atenção dos pais, pois consiste em promover o desejo do pequeno a pedir para ir ao banheiro, quando a vontade de fazer xixi ou cocô surgir.

A criação com apego e a educação positiva são bases que podem ajudar os pais a conseguirem passar por uma fase que é consideravelmente natural, mas se torna difícil ao olhar dos pais porque acreditamos que devemos ‘forçar’ o processo. Uma das bases do apego seguro é atender e responder às necessidades de uma criança com atenção, carinho e, principalmente, com segurança. E aqui inclui o olhar atento ao desenvolvimento da criança e perceber que ela está pronta para o processo, ou seja, ela apresenta capacidade motora e cognitiva para essa fase! Neste post vamos falar sobre o desfralde e sobre como lidar com esse processo, utilizando da criação com apego e da educação positiva, principalmente.

Como tirar a fralda – Apego Seguro

Seu filho está crescendo e descobrindo o próprio corpo. Percebendo mãos, pés e também as suas necessidades. O desfralde é o momento em que a criança passa a perceber que aquilo que está na fralda é ela quem faz. É uma mudança grande na capacidade de autopercepção, diferente de tudo o que a criança já passou antes.

É um processo que todas as crianças passam. E elas passam, tenha certeza. Mas tudo tem seu tempo certo. Não existe uma idade precisa para fazer essa passagem, mas os especialistas afirmam que antes de 2 anos a criança não tem maturidade para encarar essa mudança (uma demonstração de capacidade motora importante é: tirar e colocar roupas sozinho e pular com os dois pés).

Mas como tirar fralda, qual o momento certo? Normalmente o desfralde começa entre 18 meses e 4 anos de idade. Caso você insista antes, você pode se estressar e isso não trará qualquer benefício para ele.

Lembra que falamos sobre o respeito às necessidades dos filhos? Sim, o apego seguro entra aqui, principalmente aqui. Sabe-se que existe um momento ‘X’ da vida da criança em que ela vai sentir a necessidade e vai perceber a hora de mudar, cabe aos pais perceberem isso, dar atenção necessária, com carinho, empatia e segurança.

Como iniciar o desfralde – Educadora parental – Dicas

Vamos a algumas dicas para as mães e pais sobre como acompanhar a retirada da fralda (e não ‘como tirar fralda’. O processo depende de atender e respeitar as necessidades da criança.

A primeira informação é:  observe e apoie a retirada das fraldas no período do dia. A criança só vai dormir sem fralda depois que deixar de usá-las durante o dia. Outra dica é começar no verão. Prefira o verão. Durante o processo a criança vai fazer xixi na roupa algumas vezes até conseguir controlar e, durante o verão, é mais fácil de deixar a criança molhada ou com poucas roupas, como só de cueca ou calcinha.

Mesmo no começo, quando a criança ainda não souber identificar e controlar suas necessidades é importante entender que esse não é MESMO o momento indicado para que você o encoraje a ficar  sem faldas por algumas horas em casa ou na escolinha.

Como falamos, o apego seguro e a educação positiva têm como base compreender, ter empatia, e entender as necessidades das crianças e, além disso, receber a informação e tratar com atenção, carinho e segurança que a criança necessita. Logo, caso a criança faça algumas necessidades em situações inconvenientes, como em festas de colegas ou lugares públicos, é importante que os pais não briguem com a criança. Isso irá diminuir a confiança e segurança da criança nela mesmo, e nos pais.

O desfralde é uma fase complicada e cada vez que os pequenos conseguirem fazer xixi no lugar certo isso deve ser valorizado sem muito alarde, para que ela não associe seu valor com atitudes e sim, sentir-se amada independente das suas atitudes. Elogiar não encoraja uma criança, mas a torna dependente de elogios e insegura.

Quer saber mais sobre a criação com apego, apego seguro e educadora parental? Através do nosso blog você fica por dentro de temas sobre educação positiva, desmame, desfralde, criando com apego e outros assuntos.

Cama compartilhada – Criação com Apego

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Qual criança não gosta de dormir na cama dos pais? Muitas crianças costumam fugir de noite para a cama dos pais, principalmente depois de alguns sonhos ruins. Alguns fogem mesmo porque querem mais carinho e o aconchego do papai e da mamãe.

A cama compartilhada é uma pratica comum na infância e é muito bem percebida pela criação com apego, apego seguro e educação positiva. Ela é sim um benefício para as crianças. Afinal, o apego seguro se baseia em criação afetuosa baseada em respeito às necessidades da criança. O entendimento de suas necessidades fisiológicas e emocionais, a empatia com esses sentimentos e a maneira como eles são tratados.

Por que, nossos filhos buscam nossa cama? A resposta é simples: necessidade de estarem conosco. Necessidade real de conforto, contato, apego seguro e proteção.

Meu filho só dorme na minha cama – Apego Seguro

A cama compartilhada é um tema muito discutido por grande parte das academias de pediatria por ser um hábito tão comum e condenado por muitas pessoas e incentivado por tantas outras pessoas devido a uma série de fatores.

É um método que vem sendo usado por muitas mães devido a sua praticidade na hora de amamentar e vigiar o bebê facilmente durante as horas de sono. A mãe, na maioria das vezes exausta, opta por deixar seu bebê dormir ao seu lado para que consiga descansar um pouco, e outras vezes o pai acaba tendo que ir dormir no sofá, em algum outro cômodo ou acaba compartilhando a cama com os filhos mesmo.

O contato próximo dos pais com o filho é uma maneira de estar sempre atento e presente às necessidades do filho, faz parte do apego seguro, da criação com apego.

O termo cama compartilhada já está tão arraigado em nós que hoje em dia traduz-se como falta de limite e ‘respeito’ ao casal e sua vida íntima, além de uma preocupação ao desenvolvimento sexual da criança. Mas nossos filhos atrapalham mesmo nossa vida de casal? Já somo adultos autônomos o suficiente para organizar nossas necessidades e, frente a isso, temos que entender que, se há a necessidade da criança ficar entre os pais na cama, devemos atender, entender e respeitar essa necessidade emocional dela. Afinal, é isso que que aprendemos na criação com apego e na educação positiva.

Cama compartilhada – Educação positiva

A cama dos pais tem uma representação muito forte para as crianças por signicar afeto, segurança e o “estar junto”. Além disso, para as crianças, não é fácil ter que ficar em um quarto sozinha, pois isso pode representar, para elas, uma solidão. Neste caso, segundo ele, a cama dos pais é vista como uma solução e proteção pelos pequenos. Algumas pessoas que se especializam em educadora parenal estudam os benefícios e malefícios sobre a cama compartilhada.

Acontece que, a separação de quartos é um costume da sociedade moderna e, que por milênios, os adultos e crianças compartilhavam o mesmo ambiente para dormir. A necessidade de separação, segundo algumas pessoas especializadas em educadora parental, surgiu com a questão da privacidade e a intimidade, com uma divisão entre o mundo infantil e adulto.

A cama compartilhada não é um problema e os pais podem até chegar sentir falta desta fase. Dividir a cama com os filhos gera boas lembranças. Usando do bom senso e utilizando da criação com apego e a educação positiva, é possivel dosar esse comportamento, atendendo, sempre, às necessidades da criança e, também, respeitando à necessidade dos pais.

Gostou da publicação? Quer saber mais sobre cama compartilhada, apego seguro, educação positiva, desmame gentil? Entre em nosso blog e fique por dentro.

Criação com apego – Teoria e Tipos de apegos

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A teoria do apego, o apego seguro, surgiu a partir de um estudo de vínculo desenvolvido por recém-nascidos com as suas mães e cuidadores. É um estudo que abrange os campos das teorias psicológica, evolutiva e etológica. É um modelo que tenta descrever a dinâmica das relações interpessoais de longo e curto prazo entre os humanos. Ela explica como a relação pais-filho surge e influencia no desenvolvimento da criança.

A criação com apego começa antes mesmo da criança nascer e se estende para os laços entre adultos e a maior atenção é dada na fase em que elas são crianças, pelos pais. Quer saber mais sobre educação positiva e educadora parental? Veja em nosso blog.

Nós viemos ao mundo para formar laços com os demais. Além de ser prazeroso e benéfico para a saúde mental, os relacionamentos são uma forma de garantirmos a nossa sobrevivência. Por exemplo, quando um bebê tem fome, normalmente a primeira reação é chorar e reclamar, até que sua mãe a amamente (saiba mais sobre o desmame natural e gentil).

Criando com apego – Tipos de apego

Um bebê é incapaz de cuidar de si mesmo. Ele depende dos pais para conseguir alimento, saciar-se da necessidade de contato, carinho, dormir e aprender sobre o mundo. Essa relação entre pais e filhos é o principal campo de estudo da teoria do apego seguro.

O apego significa um vínculo afetivo entre um indivíduo e uma figura de apego. Os laços entre essas pessoas podem ser recíprocos entre dois adultos, porém, entre uma criança e um cuidador, são baseados nas necessidades de segurança, proteção e necessidades fisiológicas. Criando com apego é uma proposta em que as crianças se apegam saudavelmente a quem cuide delas, com a finalidade de sobreviver, garantindo o desenvolvimento físico, social e emocional.

Na década de 80 os mesmos princípios da teoria do apego foram aplicados aos adultos e foi notado que, entre parceiros românticos, havia o compartilhamento de similaridades com as interações das crianças e quem as cuidava.

Existem padrões de vínculo que os adultos criam com outros adultos. Esses padrões costumam ser categorizados em 4 estilos de apego: apego seguro, apego evitante, apego ambivalente e apego desorganizado.

Tipos de Apego – Educação positiva, educadora parental e apego seguro

Vamos começar falando do apego seguro. Pessoas com esse tipo de apego tendem a ter opiniões positivas sobre si mesmas e sobre seus parceiros e seus relacionamentos. Normalmente relatam maior satisfação e harmonia em seus relacionamentos do que pessoas com outros estilos de apego. Pessoas seguramente apegadas se sentem confortáveis tanto com a intimidade quanto com a independência.

Quem tem o estilo de apego evitante deseja um alto nível de independência e esse desejo surge como uma tentativa de evitar completamente o apego. Eles se sentem autossuficientes e invulneráveis a sentimentos associados com a intimidade ligada a outros. Costumam negar que precisam de relacionamentos íntimos.

Pessoas com apego ambivalente buscam por altos níveis de intimidade, aprovação e receptividade de seus parceiros. Valorizam a intimidade a tal ponto que se tornam excessivamente dependentes de seus parceiros. Frequentemente duvidam de seu valor como parceiros e culpam-se pela falta de receptividade de seus parceiros.

O grupo do apego desorganizado é um grupo em que as pessoas tem sentimentos mistos sobre relacionamentos íntimos. Por um lado, desejam ter relações emocionalmente intimas, por outro, tendem a se sentir desconfortáveis com a intimidade emocional. Estes sentimentos mistos são combinados, às vezes, com opiniões negativas sobre si e seus parceiros. Geralmente veem a si mesmos como indignos da receptividade dos parceiros e não confiam nas intenções dele.

A teoria do apego pode ser aplicada tanto a recém-nascidos e crianças quanto para a avaliação do comportamento adulto.

Quer saber mais sobre a criação com apego, apego seguro e educadora parental? Entre em nosso blog e fique por dentro das notícias sobre educação positiva, criando com apego e outros assuntos.

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