Como melhorar o sono do bebê – Rotina do sono

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O comportamento de sono é um reflexo do dia. Nós adultos sabemos que o nosso dia a dia afeta nossa rotina do sono e com nossos filhos é a mesma coisa. O estresse pode fazer com que você não tenha uma boa noite de sono, com sono leve e pouco relaxamento. O estresse pode atrapalhar, também, o sono do bebê. Sim as crianças se estressam, e bastante, principalmente por elas ainda não saberem lidar com certos tipos de sentimentos.

As vezes as crianças estão estressadas e nem imaginamos que isso está acontecendo ou pode acontecer. Muitos pais questionam quando irão conseguir dormir uma boa noite de sono novamente, especialmente depois que o bebê nasce.

Não é fácil aguardar até que os pequenos encontrem um bom ritmo de sono e as vezes isso pode gerar uma certa angústia para a família. Reclamar que “meu bebê não dorme” é algo comum entre pais de primeira viagem, e até em pais de segunda, terceira e quarta viagem. É comum demorar a se acostumar com o sono infantil e adaptar o seu filho com uma boa rotina do sono.

Vamos falar um pouco sobre o sono infantil e como melhorar a rotina do sono da criança, criando com apego, respeitando e compreendendo as necessidades fisiológicas dos pequenos?

Meu bebê não dorme – Educadora parental

É de extrema importância saber que o ciclo de sono recebe influências biológicas, ambientais e sociais. Conhecer as peculiaridades de cada fase norteia as expectativas dos pais, permitindo fazer ajustes de hábitos. A evolução da rotina do sono é um processo que exige mais tempo do que treinamento.

Não existe uma receita certa, mas uma educadora parental em Sono e Apego Seguro pode ter sim um olhar para o todo,  é capaz de ajudar a entender essa necessidade fisiológica da criança, necessidade básica da vida e que influencia no crescimento e no desenvolvimento saudável da criança e suas necessidades emocioanos, trazendo à família a oportunidade de um novo olhar e atitudes que promovem o Apego Seguro e, consequentemente, um sono saudável para as crianças.

Um olhar especial que a educadora parental em Sono e Apego Seguro tem sobre a hora do sono é que o tempo que a criança demora para relaxar e se entregar ao sono é uma oportunidade para passar um tempo de qualidade com eles. Às vezes eles estão necessitados de uma atenção maior, e é aqui que você deve aproveitar.

E, como esperado, o comportamento dos pais influencia diretamente no processo de pegar no sono das crianças. Se transmitimos sentimentos agitados e apressados, mais atrapalhamos o processo deles. Logo, que leve o tempo que for para que eles consigam dormir. Aproveite esse tempo. Dê atenção e amor.

Criando com Apego – Rotina do sono

Observe a criança durante o dia, observe suas sonecas e a hora de dormir, analise se o cortisol não está impedindo que durmam com facilidade. Se as sonecas estão boas e, mesmo assim eles não adormecem facilmente, avalie se o tempo com que vocês passam está sendo o necessário. Se precisa entender mais profundamente sobre a rotina, ritual do sono e atitudes que promovem o bom comportamento de sono e ainda tem dúvidas sobre o apoio de uma educadora do sono, adquira nossa Mentoria em Sono e Apego Seguro.

É impossível medir a quantidade de tempo que passamos com nossos filhos. Eles não têm esse relógio que nós temos, de ficar contabilizando o tempo de convívio com os pais. Eles conseguem perceber o tempo que se sentiram vistos, importantes e amados.

A criação com apego tem isso como base! Ceder às necessidades das crianças, respeitar e ter empatia por seus sentimentos. Se eles não estão satisfeitos com o tempo em que estão passando com os pais, passe mais tempo com eles.

Vamos a algumas dicas, então:

Para ajudar, antes de dormir, observe sinais do sono, faça um ritual todos os dias para prepará-los para dormir, regule horários, cochilos durante o dia, veja a temperatura do ambiente, a luminosidade e mantenha silêncio, também evite brincadeiras agitadas.

Por fim, a cama deve ser adequada, plana, com colchão firme, sem objetos soltos como brinquedos. Evite tudo que for estimulante, como telas (celulares e tablet), na cama ou perto da criança na hora de dormir.

Quer saber mais sobre a criação com apego, apego seguro e a rotina do sono do bebê? Aqui no blog mantemos você informado sobre educação positiva, desmame, sono do bebê, criando com apego e outros assuntos.

Como iniciar um desfralde? Criação com apego seguro

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Cada criança tem o momento certo para o desfralde e é importante saber como deixar essa fase de “como tirar fralda” mais tranquila e sem medos. Por ser um dos grandes desafios da maternidade, é um processo que ainda exige muita atenção dos pais, pois consiste em promover o desejo do pequeno a pedir para ir ao banheiro, quando a vontade de fazer xixi ou cocô surgir.

A criação com apego e a educação positiva são bases que podem ajudar os pais a conseguirem passar por uma fase que é consideravelmente natural, mas se torna difícil ao olhar dos pais porque acreditamos que devemos ‘forçar’ o processo. Uma das bases do apego seguro é atender e responder às necessidades de uma criança com atenção, carinho e, principalmente, com segurança. E aqui inclui o olhar atento ao desenvolvimento da criança e perceber que ela está pronta para o processo, ou seja, ela apresenta capacidade motora e cognitiva para essa fase! Neste post vamos falar sobre o desfralde e sobre como lidar com esse processo, utilizando da criação com apego e da educação positiva, principalmente.

Como tirar a fralda – Apego Seguro

Seu filho está crescendo e descobrindo o próprio corpo. Percebendo mãos, pés e também as suas necessidades. O desfralde é o momento em que a criança passa a perceber que aquilo que está na fralda é ela quem faz. É uma mudança grande na capacidade de autopercepção, diferente de tudo o que a criança já passou antes.

É um processo que todas as crianças passam. E elas passam, tenha certeza. Mas tudo tem seu tempo certo. Não existe uma idade precisa para fazer essa passagem, mas os especialistas afirmam que antes de 2 anos a criança não tem maturidade para encarar essa mudança (uma demonstração de capacidade motora importante é: tirar e colocar roupas sozinho e pular com os dois pés).

Mas como tirar fralda, qual o momento certo? Normalmente o desfralde começa entre 18 meses e 4 anos de idade. Caso você insista antes, você pode se estressar e isso não trará qualquer benefício para ele.

Lembra que falamos sobre o respeito às necessidades dos filhos? Sim, o apego seguro entra aqui, principalmente aqui. Sabe-se que existe um momento ‘X’ da vida da criança em que ela vai sentir a necessidade e vai perceber a hora de mudar, cabe aos pais perceberem isso, dar atenção necessária, com carinho, empatia e segurança.

Como iniciar o desfralde – Educadora parental – Dicas

Vamos a algumas dicas para as mães e pais sobre como acompanhar a retirada da fralda (e não ‘como tirar fralda’. O processo depende de atender e respeitar as necessidades da criança.

A primeira informação é:  observe e apoie a retirada das fraldas no período do dia. A criança só vai dormir sem fralda depois que deixar de usá-las durante o dia. Outra dica é começar no verão. Prefira o verão. Durante o processo a criança vai fazer xixi na roupa algumas vezes até conseguir controlar e, durante o verão, é mais fácil de deixar a criança molhada ou com poucas roupas, como só de cueca ou calcinha.

Mesmo no começo, quando a criança ainda não souber identificar e controlar suas necessidades é importante entender que esse não é MESMO o momento indicado para que você o encoraje a ficar  sem faldas por algumas horas em casa ou na escolinha.

Como falamos, o apego seguro e a educação positiva têm como base compreender, ter empatia, e entender as necessidades das crianças e, além disso, receber a informação e tratar com atenção, carinho e segurança que a criança necessita. Logo, caso a criança faça algumas necessidades em situações inconvenientes, como em festas de colegas ou lugares públicos, é importante que os pais não briguem com a criança. Isso irá diminuir a confiança e segurança da criança nela mesmo, e nos pais.

O desfralde é uma fase complicada e cada vez que os pequenos conseguirem fazer xixi no lugar certo isso deve ser valorizado sem muito alarde, para que ela não associe seu valor com atitudes e sim, sentir-se amada independente das suas atitudes. Elogiar não encoraja uma criança, mas a torna dependente de elogios e insegura.

Quer saber mais sobre a criação com apego, apego seguro e educadora parental? Através do nosso blog você fica por dentro de temas sobre educação positiva, desmame, desfralde, criando com apego e outros assuntos.

Cama compartilhada – Criação com Apego

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Qual criança não gosta de dormir na cama dos pais? Muitas crianças costumam fugir de noite para a cama dos pais, principalmente depois de alguns sonhos ruins. Alguns fogem mesmo porque querem mais carinho e o aconchego do papai e da mamãe.

A cama compartilhada é uma pratica comum na infância e é muito bem percebida pela criação com apego, apego seguro e educação positiva. Ela é sim um benefício para as crianças. Afinal, o apego seguro se baseia em criação afetuosa baseada em respeito às necessidades da criança. O entendimento de suas necessidades fisiológicas e emocionais, a empatia com esses sentimentos e a maneira como eles são tratados.

Por que, nossos filhos buscam nossa cama? A resposta é simples: necessidade de estarem conosco. Necessidade real de conforto, contato, apego seguro e proteção.

Meu filho só dorme na minha cama – Apego Seguro

A cama compartilhada é um tema muito discutido por grande parte das academias de pediatria por ser um hábito tão comum e condenado por muitas pessoas e incentivado por tantas outras pessoas devido a uma série de fatores.

É um método que vem sendo usado por muitas mães devido a sua praticidade na hora de amamentar e vigiar o bebê facilmente durante as horas de sono. A mãe, na maioria das vezes exausta, opta por deixar seu bebê dormir ao seu lado para que consiga descansar um pouco, e outras vezes o pai acaba tendo que ir dormir no sofá, em algum outro cômodo ou acaba compartilhando a cama com os filhos mesmo.

O contato próximo dos pais com o filho é uma maneira de estar sempre atento e presente às necessidades do filho, faz parte do apego seguro, da criação com apego.

O termo cama compartilhada já está tão arraigado em nós que hoje em dia traduz-se como falta de limite e ‘respeito’ ao casal e sua vida íntima, além de uma preocupação ao desenvolvimento sexual da criança. Mas nossos filhos atrapalham mesmo nossa vida de casal? Já somo adultos autônomos o suficiente para organizar nossas necessidades e, frente a isso, temos que entender que, se há a necessidade da criança ficar entre os pais na cama, devemos atender, entender e respeitar essa necessidade emocional dela. Afinal, é isso que que aprendemos na criação com apego e na educação positiva.

Cama compartilhada – Educação positiva

A cama dos pais tem uma representação muito forte para as crianças por signicar afeto, segurança e o “estar junto”. Além disso, para as crianças, não é fácil ter que ficar em um quarto sozinha, pois isso pode representar, para elas, uma solidão. Neste caso, segundo ele, a cama dos pais é vista como uma solução e proteção pelos pequenos. Algumas pessoas que se especializam em educadora parenal estudam os benefícios e malefícios sobre a cama compartilhada.

Acontece que, a separação de quartos é um costume da sociedade moderna e, que por milênios, os adultos e crianças compartilhavam o mesmo ambiente para dormir. A necessidade de separação, segundo algumas pessoas especializadas em educadora parental, surgiu com a questão da privacidade e a intimidade, com uma divisão entre o mundo infantil e adulto.

A cama compartilhada não é um problema e os pais podem até chegar sentir falta desta fase. Dividir a cama com os filhos gera boas lembranças. Usando do bom senso e utilizando da criação com apego e a educação positiva, é possivel dosar esse comportamento, atendendo, sempre, às necessidades da criança e, também, respeitando à necessidade dos pais.

Gostou da publicação? Quer saber mais sobre cama compartilhada, apego seguro, educação positiva, desmame gentil? Entre em nosso blog e fique por dentro.

Criação com apego – Teoria e Tipos de apegos

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A teoria do apego, o apego seguro, surgiu a partir de um estudo de vínculo desenvolvido por recém-nascidos com as suas mães e cuidadores. É um estudo que abrange os campos das teorias psicológica, evolutiva e etológica. É um modelo que tenta descrever a dinâmica das relações interpessoais de longo e curto prazo entre os humanos. Ela explica como a relação pais-filho surge e influencia no desenvolvimento da criança.

A criação com apego começa antes mesmo da criança nascer e se estende para os laços entre adultos e a maior atenção é dada na fase em que elas são crianças, pelos pais. Quer saber mais sobre educação positiva e educadora parental? Veja em nosso blog.

Nós viemos ao mundo para formar laços com os demais. Além de ser prazeroso e benéfico para a saúde mental, os relacionamentos são uma forma de garantirmos a nossa sobrevivência. Por exemplo, quando um bebê tem fome, normalmente a primeira reação é chorar e reclamar, até que sua mãe a amamente (saiba mais sobre o desmame natural e gentil).

Criando com apego – Tipos de apego

Um bebê é incapaz de cuidar de si mesmo. Ele depende dos pais para conseguir alimento, saciar-se da necessidade de contato, carinho, dormir e aprender sobre o mundo. Essa relação entre pais e filhos é o principal campo de estudo da teoria do apego seguro.

O apego significa um vínculo afetivo entre um indivíduo e uma figura de apego. Os laços entre essas pessoas podem ser recíprocos entre dois adultos, porém, entre uma criança e um cuidador, são baseados nas necessidades de segurança, proteção e necessidades fisiológicas. Criando com apego é uma proposta em que as crianças se apegam saudavelmente a quem cuide delas, com a finalidade de sobreviver, garantindo o desenvolvimento físico, social e emocional.

Na década de 80 os mesmos princípios da teoria do apego foram aplicados aos adultos e foi notado que, entre parceiros românticos, havia o compartilhamento de similaridades com as interações das crianças e quem as cuidava.

Existem padrões de vínculo que os adultos criam com outros adultos. Esses padrões costumam ser categorizados em 4 estilos de apego: apego seguro, apego evitante, apego ambivalente e apego desorganizado.

Tipos de Apego – Educação positiva, educadora parental e apego seguro

Vamos começar falando do apego seguro. Pessoas com esse tipo de apego tendem a ter opiniões positivas sobre si mesmas e sobre seus parceiros e seus relacionamentos. Normalmente relatam maior satisfação e harmonia em seus relacionamentos do que pessoas com outros estilos de apego. Pessoas seguramente apegadas se sentem confortáveis tanto com a intimidade quanto com a independência.

Quem tem o estilo de apego evitante deseja um alto nível de independência e esse desejo surge como uma tentativa de evitar completamente o apego. Eles se sentem autossuficientes e invulneráveis a sentimentos associados com a intimidade ligada a outros. Costumam negar que precisam de relacionamentos íntimos.

Pessoas com apego ambivalente buscam por altos níveis de intimidade, aprovação e receptividade de seus parceiros. Valorizam a intimidade a tal ponto que se tornam excessivamente dependentes de seus parceiros. Frequentemente duvidam de seu valor como parceiros e culpam-se pela falta de receptividade de seus parceiros.

O grupo do apego desorganizado é um grupo em que as pessoas tem sentimentos mistos sobre relacionamentos íntimos. Por um lado, desejam ter relações emocionalmente intimas, por outro, tendem a se sentir desconfortáveis com a intimidade emocional. Estes sentimentos mistos são combinados, às vezes, com opiniões negativas sobre si e seus parceiros. Geralmente veem a si mesmos como indignos da receptividade dos parceiros e não confiam nas intenções dele.

A teoria do apego pode ser aplicada tanto a recém-nascidos e crianças quanto para a avaliação do comportamento adulto.

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Criando com apego – Conheça a criação com apego

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Dar atenção, colo, amamentar em livre demanda, acalmar na hora do choro e embalar na hora de dormir são algumas ações importantes da criação com apego.

A criação com apego, baseada em toque (carinhos, beijos, abraços, aconchego) e afeto vai contra a ideia de que atenção demais torna os filhos mais dependentes e mimados, porém, criando com apego significa fortalecer o vínculo emocional com os filhos, o que promove o que mais desejamos: que eles cresçam mais seguros, empáticos e felizes.

Você conhecia a criação com apego? Bem, o termo é baseado nos princípios da teoria do apego em psicologia do desenvolvimento e, na teoria, quer dizer, segundo Bowlby “uma forte ligação emocional com os pais durante a primeira infância, o que se torna fundamental para relacionamentos seguros e empáticos na vida adulta”.

A criação com apego é um conjunto de atitudes que ajudam os pais a criar vínculos com os filhos através da atenção consistente e amorosa das necessidades do bebê. Esse é o ponto principal, mas no caminho, você acaba aplicando técnicas da educação positiva, aprimorando, mais ainda, o apego seguro e ensina ao seu(s) filho(s) valiosas lições para toda a vida.

Apego seguro – criando com apego 

É inegável que criar e educar um filho é um desafio diário para os pais. Ferramentas como o apego seguro, disciplina positiva, a própria educadora parental, podem trazer sugestões para os pais de primeira viagem. Enfim, por melhor que seja a intenção de quem aconselha, muitas vezes os pais de primeira viagem ainda ficam perdidos com tanta informação e acabam ficando ainda com mais dúvidas.

Algumas pessoas podem pensar que a Criação com apego e a disciplina positiva são um “conjunto de regras a serem seguidas”, mas como todo mundo já sabe, não existe um jeito certo, uma fórmula, uma receita, para que a criação e a educação funcionem exatamente da mesma forma em todas as famílias.

Como falamos, a criação com apego é uma filosofia que ajuda pais a criarem vínculos com seus filhos, através da atenção consistente e amorosa das necessidades dos bebes. Não existem regras, mas o apego seguro segue orientações fundadas em investigações e conhecidas por serem eficazes em auxiliar crianças a desenvolverem ligações seguras.

Criação com apego – Princípios

Em 1994 a organização sem fins lucrativos Attachment Parenting International (API), criou oito princípios que não devem ser encarados como regras, mas sim como orientações para um apego saudável e seguro entre os filhos e seus pais. Os princípios são:

  1. Preparando para a gestação, nascimento e criação.
  2. Alimentando com amor e respeito.
  3. Respondendo com sensibilidade.
  4. Usando o contato afetivo.
  5. Garantindo um sono seguro, física e emocionalmente.
  6. Cuidado consistente e amoroso.
  7. Praticando a disciplina positiva.
  8. Mantendo o equilíbrio entre a vida pessoal e familiar.

Todos os pontos são princípios importantes da criação com apego. Além de se preparar para o processo de gestação, nascimento e criação, é preciso respeitar as necessidades da criança, atendê-los com afeto e paciência, entender que as birras são representações das emoções reais e levá-las a sério, entre outros pontos.

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